Proteína

#81
Eu vou ser mais pratico, eu pedi conselhos a quem eu achei que os me poderia dar.
A min devido e ser um Ex obeso (gordo) aconselhar-me isto =
Até o dia de hoje sinto-me bem recupero bem sem problemas por isso eu tomo =

Se tem isto ou aquilo ou aqueloutro eu não sei.

Carbox + Glutanator misturados
Atenção isto conforme o treino realizado.

Carbox

Biotech CarboX™ - Mistura de Hidratos de Carbono de Libertação Gradual com Multi-Interval CarboX™

Enriquecido com hidratos de carbono Multi-Interval CarboX™, esta avançada fórmula de hidratos de carbono complexos foi cientificamente concebida para fornecer energia pré-treino , optimizando o treino e aumentando a energia pós-treino. Funciona também como catalisador de creatina.
Hidratos de Carbono Lentos, Normais, Rápidos e Ultra-Rápidos Biotech CarboX™ foi concebido com hidratos de carbono de absorção lenta, normal e rápida, para libertar energia de forma gradual e prolongada ao longo do tempo. Além disso, CarboX™ fornece também Vitargo® de acção ultra rápida e fácil de digerir. Este agente energético de alto peso molecular patenteado atravessa o estômago 80% mais rapidamente e repõe os níveis de glicogénio 70% mais depressa que qualquer outra forma de hidratos de carbono.

Aumente os Níveis de Glicogénio e Insulina!

Biotech CarboX™ recarrega as reservas de glicogénio e aumenta os níveis de produção de insulina de acção anticatólica e anabólico. Isso cria as condições ideais para um crescimento muscular extremo.

Catalisador de Creatina

Este derradeiro reactor de energia é várias vezes mais eficaz que qualquer outro suplemento de creatina que possa tomar. Quando utilizado com creatina, o CarboX™ actua como agente transportador de creatina de forma gradual, ajudando a transportar a creatina directamente às células musculares.

• Suplemento Dietético
• Optimização do Transporte do Cálcio Para Uma Dieta Saudável

Nota: É recomendável que consulte um médico ou nutricionista no caso de ter dúvidas em relação à utilização do nosso produto. A informação nutricional pode variar, dependendo do sabor.

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Glutanator


Glutanator da BioTech USA é uma fórmula de glutamina que inclui 5 tipos diferentes de glutamina para máxima absorção e máximo desempenho.

Ingredientes
Matriz de Glutamina (L-Glutamina, N-Acetil-L-Glutamina, AKG de Glutamina, Glutamina Etil Éster, L-Alanil-L-Glutamina), Maltodextrina, Aromatizantes, Ácido cítrico, Goma de guar, Edulcorantes (Aspartame) Corante (Betacaroteno) .

Glutanator usa-se para disparar os niveis de força, potenciar o tamanho muscular e prevenir o catabolismo muscular depois dos treinos mais intensos.

Com Glutanator reporás as tuas reservas de glutamina com esta refrescante matriz de glutaminas com sabor a sumo de limão.

Trava a destruição muscular!

Principais benefícios da Glutanator:
- Incluí cinco tipos diferentes de glutaminas.
- As glutaminas mais estáveis com valor biológico mais elevado.
- Suporta o sistema imunitário.
- Essêncial para a sintese proteíca.
- Ajuda a reparar e construir tecido muscular.
- Fundamental para qualquer atleta.

Modo de utilizar: Misturar com 250ml de água e beber após o treino.
 
#82
Boas.

Discussão interessante! Assim, sim!

Um caso prático: imaginemos por exemplo um tipo alto (na casa do 1,75m) com peso a rondar os 60kg. Ficamos a saber que tem peso a menos pra sua altura. Após os treinos de 2 a 3h o que é preferível tomar? Proteína ( whey) ou um fast recovery?
Eu confesso que não sou fã dos 'fast recovery' e que esses produtos, a fazerem sentido, são mais destinados a quem faz competição ou para quem treina com muita frequência.

Nesse caso eu tomaria apenas whey e, como disse num comentário anterior, iria buscar os carbohidratos, os sais, as vitaminas, etc (tudo o que está no fast recovery).. à refeição seguinte. Não sei se será o mais correcto mas é o que faz sentido para mim.
 
#87
Eu confesso que não sou fã dos 'fast recovery' e que esses produtos, a fazerem sentido, são mais destinados a quem faz competição ou para quem treina com muita frequência.

Nesse caso eu tomaria apenas whey e, como disse num comentário anterior, iria buscar os carbohidratos, os sais, as vitaminas, etc (tudo o que está no fast recovery).. à refeição seguinte. Não sei se será o mais correcto mas é o que faz sentido para mim.
Caso esse exemplo fizesse treinos diários com provas ao domingo, por exemplo, aí era preferível o fast recovery, certo?

Pareceu-me ter visto no rótulo de um produto desses recuperadores compostos que faziam parte da whey também, sendo assim qual a diferença entre ambos? Apenas o nome?
 
#88
Boas.

Discussão interessante! Assim, sim!

Um caso prático: imaginemos por exemplo um tipo alto (na casa do 1,75m) com peso a rondar os 60kg. Ficamos a saber que tem peso a menos pra sua altura. Após os treinos de 2 a 3h o que é preferível tomar? Proteína ( whey) ou um fast recovery?
Se tomar whey apos o treino e se meter umas proteínas no sistema antes e durante o treino em principio nao perde músculo e pode até ganhar. Agora se ele tem mesmo peso a menos e come as quantidades recomendadas de proteína então para ganhar peso vai precisar de entrar em excesso calórico porque para ganhar músculo o corpo nao precisa apenas das proteínas, também precisa de alguma energia que vem de esse excesso de calorias. Se estas a comer só o suficiente para manter o corpo a funcionar então ele nao se vai dar ao trabalho de construir músculo pois esta mais preocupado em sobreviver. Os nossos corpos são mais inteligentes do que pensamos ;)
 
#89
Entretanto estive a pesquisar um pouco mais sobre a whey e a caseína e fiquei a saber algumas coisas interessantes para aplicar no dia a dia e potencialmente obter melhores resultados nos nossos treinos.
Pelos ritmos de libertação dos bcaa faz sentido usar whey e caseina antes de um treino se o treino for superior a 2h30m. Vejam aqui o gráfico:



Como podem ver a whey liberta os amino acidos, neste caso a leucina de forma muito rapida e essa libertação é superior durante 2h30m. Isso leva-me a crer que para treinos inferiores a essa duração basta apenas whey e para treinos superiores pode ser benefico usar whey e caseina pois isso garante a libertação de bcaa durante as voltas maiores. Se olharem para o gráfico reparam que a caseína após as 3h ainda liberta uma quantidade considerável de bcaa. A rapidez com que a whey liberata os bcaa faz dela um elemento essencial pós treino porque quando mais depressa estiveram disponíveis mais rápida a recuperação. Acredito que aqui tb misturar alguma caseína pode trazer benefícios, mas o essencial mesmo pós-treino é a whey.


Falando em pos-treino deparei-me com este gráfico que mostra a diferença na libertação dos amino acidos da whey protein isolate vs whey protein concentrate :



Como podem ver os bcaa são absorvidos mais rapidamente na iso whey o que faz de-la uma melhor alternativa no período pós-treino face à whey protein concentrate. No entanto isso ñ é tão util no periodo pré treino ou durante o treino porque o corpo nao necessidade de uma quantidade tão abrupta de amino ácidos. O ideal para quem pode é concentrate whey antes do treino e iso whey após.

Conclusão.
1. Antes e durante os treinos é benéfica a utilização de proteínas. Para treinos inferiores a 2h30 basta usar whey mas para treinos superiores a utilização de caseína juntamente com whey é a melhor opção pois permite uma libertação constante de amino acido durante todo o decorrer do treino.
2. Após o treino é essencial usar whey pois o corpo esta em carência de amino ácidos e a whey é a forma mais rápida de os fornecer. Neste campo a iso whey(mais pura) traz vantagem sobre as restantes pois é a que liberta os amino ácidos de forma mais rápida. Sou da opinião do undernardo que para a grande maioria dos mortais e até atletas whey basta. Depois na refeição seguinte consegue-se facilmente os restantes nutrientes e de forma natural o que é sempre muito importante.
3. A recuperação nao se resume só ao período pre, durante e imediatamente a seguir ao treino. Nas refeições seguintes convém ingerir 20g de proteína para manter a síntese proteica a bons níveis. Antes de dormir há estudos que provam os benefícios da proteína, neste caso a caseína, porque o corpo consegue utilizar os amino-acidos para as tarefas que necessita de realizar que podem ser recuperar e adaptar-se ao esforço feito, entre outras. Ainda é algo recente mas nao tenham duvidas que os atletas de topo ja estão em cima disto ha algum tempo :p
 
#90
Caso esse exemplo fizesse treinos diários com provas ao domingo, por exemplo, aí era preferível o fast recovery, certo?

Pareceu-me ter visto no rótulo de um produto desses recuperadores compostos que faziam parte da whey também, sendo assim qual a diferença entre ambos? Apenas o nome?
Whey é proteína (aminoácidos); fast recovery contém hidratos de carbono (açucares), proteína (em menor quantidade que whey), sais, vitaminas, etc.. é uma grande mistura de coisas. Naturalmente que o fast recovery ao conter aminoácidos (BCAAs) terá algo em comum com a whey.

Talvez para essa pessoa que faz "treinos diários com provas ao domingo" faça algum sentido tomar isso pois precisa de iniciar uma recuperação para o dia seguinte mais rapidamente. O que eu acho é que através da alimentação também podemos mimetizar o que acontece com o fast recovery e isso passa por ter uma alimentação estruturada e equilibrada. É um cuidado a ter..

Boa partilha plx! ;)
 
#92
Plx obrigado pela info!

Eu neste momento não estou a tomar nada, mas vou fazer a experiência de tomar whey (ate o "pote" acabar) e o mesmo irei fazer com um fast recovery. No fim tiro as minhas conclusões. É recomendado a fazer uma "pausa" entre os produtos para o corpo ter outra reacção, certo?
 
#93
Tenho as minhas duvidas quanto ao "barato e bom". A definição de bom é relativa e somente quem experimentou pode dizer se é bom ou não. Uma coisa é certa: se não tomas nada e vais tomar isso vais sentir, obviamente, uma diferença. Quanto ao barato: assumindo que pagas portes de envio nessa loja cada suplemento fica-te a 25.96€/kg e 36.66€/kg, respectivamente. Isto não é barato x) isto é caro pois por este preço consegues proteína boa e consegues recuperadores bons, como por exemplo este. Por outro lado pagas muito e tens poucas doses..

De qualquer das formas isso é apenas um recuperador com baixo teor em proteína.

Resta saber se é isso que queres: se queres um recuperador (vê os meus comentários anteriores para uma definição) ou se queres proteína.

Eu neste momento não estou a tomar nada, mas vou fazer a experiência de tomar whey (ate o "pote" acabar) e o mesmo irei fazer com um fast recovery. No fim tiro as minhas conclusões. É recomendado a fazer uma "pausa" entre os produtos para o corpo ter outra reacção, certo?
Como achares melhor. São duas coisas diferentes e vais sempre achar diferença no corpo ao tomar qualquer uma delas. A minha opinião é que recuperadores rápidos são um produto de marketing, acabam mais rapidamente (menos doses) e são mais caros (comparados à whey).

Não precisas de fazer pausa. p.e. na Terça acabas a whey; na Quarta começas com o fast recovery ;)
 
#95
diogo, sinceramente não conheço a marca, mas eu não compraria, um dos produtos nem sei que raio é, tem açúcar, tem pouca proteína, etc. O outro é um gainner, não tem nada haver com whey.
Como disse o under tens muito melhor a mais baixo preço e com muito mais qualidade.
um exemplo, tens esta proteína que tem qualidade http://www.prozis.com/pt/pt/bodyraise/100-proeffect-classic-whey-5lbs-2268g e que esta com 15% de desconto, ou seja fica-te a 30€ o saco. tens proteína para 66 doses. tens mais caro também.
outra ideia, tens esta https://www.nutritienda.com/pt/ultra-whey-pro-2270g é um pouco mais cara, mas faz mais umas doses (76), e é de uma das marcas com mais reputação no mercado UNIVERSAL NUTRITION, para mim a par da ON, da myprotein, e da xcore são as marcas de top que mais uso, até hoje sempre sem qualquer problema.

Miguel: não precisas de fazer pausa, a única coisa que ciclo é o tribulus terrestris, proteína tomo diariamente já ha uns meses bons.
 
#97
Desculpem estar a meter me a meio da discussão com algo um pouco fora do contexto mas gostaria de saber se já alguém experimentou a Whey da Gold Nutrition e se é boa por favor!
 
Olá Pessoal
Eu tenho no Pc vários sites onde vou ler algumas coisas.
Aqui vai este artigo espero que goste.

Alternativa à proteína de soro de leite - proteína de arroz.

A proteína de soro de leite (whey), seja ela concentrada, isolada, ou hidrolisada, é reconhecida como a ideal no pós-treino, uma altura crítica para potenciar os processos anabólicos adaptativos ao exercício. Trata-se de uma proteína solúvel, de rápida absorção, com um valor biológico muito elevado, e rica em leucina, características que fazem da whey o suplemento alimentar mais procurado. Existem vários estudos que atestam o seu efeito positivo em indicadores de síntese proteica e catabolismo muscular, superior a outras proteínas como a soja e caseína, funcionalmente bem distintas. Embora estes indicadores agudos, avaliados após a sessão de exercício, sejam obviamente importantes, tratam-se apenas de minor endpoints que usamos para inferir aquilo que realmente interessa: as adaptações ao treino no final de um programa serão assim tão diferentes se ingerirmos whey ou outra fonte? Talvez não...

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A importância da refeição pós-treino é já assumida como um facto, embora na verdade seja muitas vezes sobrevalorizada relativamente ao aporte diário fraccionado de nutrientes, em particular proteína, que considero sim fundamental. Se me perguntassem uma e só uma dica para construir músculo, eu diria comer cerca de 30 g de proteína de alto valor biológico a cada 3h. Isto sim vai permitir criar um ambiente anabólico propício ao desenvolvimento muscular, desde que, como é óbvio, seja acompanhado de um aporte ajustado de nutrientes energéticos. Podem tomar a whey que quiserem no pós-treino que, se a dieta no resto do dia não for a adequada, pouco ou nada irá ajudar no processo.

A janela pós-treino é uma altura importante para iniciar os processos regenerativos que permitem o crescimento do músculo. A síntese proteica é crucial aqui, e para tal são necessários aminoácidos livres disponíveis. Um em particular, a leucina, actua como estímulo à formação de novas proteínas via activação do mTOR. Na verdade, sabe-se que existe um limiar para o estímulo à síntese proteica após a ingestão de proteína, e que esse limar é dado pelo teor em leucina. A quantidade que maximiza os processos biossintéticos ronda os 0,05 g/Kg por dose (1,5-2,0 g).

A whey é particularmente rica em leucina (cerca de 12%), e esta é uma das razões pelas quais se considera a proteína número 1 em potencial anabólico. Outras poderiam ser apontadas como a velocidade de absorção e efeito insulinotrópico. A whey é também a proteína com maior valor biológico que se conhece, característica que deriva da sua quase total digestibilidade e perfil completo de aminoácidos. No entanto, a whey pode ser alergénica para alguns indivíduos e intolerada por outros. Os hidrolisados que vão aparecendo no mercado já minimizam estes problemas, mas algumas pessoas simplesmente optam por não a consumir por ser um derivado do leite ou inadequada para vegetarianos.

Assim sendo, são necessárias alternativas e as plantas são uma fonte disponível e barata para tal. A soja foi durante muitos anos a eleita, mas, sendo bastante alergénica e com um potencial de retenção limitado no organismo, nos últimos tempos tem sido substituída por alternativas mais viáveis. E uma delas é o arroz, mais propriamente a proteína de farelo de arroz. O arroz é um cereal pobre em proteína (5-10%), mas industrialmente é possível concentrar até aos 90%. O produto é uma proteína hipoalergénica, facilmente digerida (~90%), valor biológico alto (70-80), e com uma velocidade de absorção considerável.

Um dos factores que mais limita o valor biológico da proteína de arroz é o perfil de aminoácidos. Embora muito rica em aminoácidos como a fenilalanina, tirosina, metionina e cisteína, é muito pobre em lisina. Comparativamente às proteínas de origem animal, em particular à whey, contém menos leucina (8% vs 12%). Assim sendo, é teoricamente inferior para potenciar a síntese proteica e, consequentemente, o aumento de massa muscular. Mas será mesmo?

Já vimos que existe um limiar de leucina a partir do qual não há benefício acrescido na síntese proteica – cerca de 2g (0,05 g/Kg de peso). Se a proteína de arroz tem menos leucina que a whey, será preciso mais para atingir esse valor. Mas isto significa também que para uma dose suficientemente alta de ambas não haverá diferença no estímulo à síntese proteica, uma vez que o limiar de leucina foi ultrapassado. Um estudo publicado há poucos dias aborda precisamente está questão. Desde que a dose fornecida no pós-treino seja suficientemente alta, não parece haver diferença nas adaptações a longo prazo quer se opte por whey ou proteína de arroz.

Cerca de 20 jovens com experiência prévia em treino foi submetido a um protocolo de exercícios de força, 3 vezes por semana, durante 8 semanas. Um grupo ingeriu proteína de arroz após o treino, o outro proteína de soro de leite. A dose de ambas foi de 48 g, correspondendo a 3,8 g de leucina no caso da proteína de arroz e 5,5 g na whey. Tendo em conta que o peso médio da amostra era de 76 Kg, vemos que o limiar de leucina foi excedido nas duas condições experimentais. As outras variáveis nutricionais foram mantidas constantes entre os grupos.

Como seria expectável, o protocolo de treino com proteína pós favoreceu adaptações positivas, independentemente da condição experimental. Após as 8 semanas não foram verificadas diferenças significativas em indicadores de força, potência, ou composição corporal (figura 1) entre a proteína de arroz e a proteína de soro de leite.



Como referi acima, se o teor em leucina é condicionante do efeito da proteína no pós-treino, a partir de uma certa dose as diferenças entre fontes proteicas à diluída. Podemos então estabelecer o modelo que se segue:



A vantagem da whey relativamente à proteína de arroz é que a dose total necessária é menor para atingir o limiar de leucina. Se consumirmos proteína de arroz suficiente, a diferença torna-se insignificante. Lembre-mo-nos no entanto que ambas as proteínas são de rápida absorção, fácil digestão, e muito biodisponíveis, embora a whey leve uma vantagem em relação a todos estes parâmetros. Outras fontes proteicas funcionalmente distintas, como a caseína ou soja por exemplo, poderão não apresentar os mesmos resultados.

A conclusão principal deste estudo é que, a longo prazo, não existem diferenças entre a proteína de arroz e whey em major endpoints, os que realmente interessam, desde que seja ingerida uma quantidade que exceda ou igual o limiar de leucina. A proteína de arroz é uma alternativa viável para quem quer fugir da whey, seja qual for o motivo, com a vantagem de ser hipoalergénica e, provavelmente, menos insulinotrópica quando ingerida noutras alturas do dia.

Mas como é regra para todos os suplementos alimentares, a escolha da fonte de proteína de arroz é crítica. Neste estudo foi utilizada OryzateinTM, um produto altamente solúvel e derivado de processos exclusivamente enzimáticos. Algumas marcas usam extração alcalina, um método que pode alterar as propriedades físico-químicas da proteína e gerar substâncias tóxicas como a lisinoalanina e glicação. Tratam-se portanto de produtos a evitar.

Embora possamos reconhecer à whey funcionalidades que a tornam a escolha primária para o pós-treino comparativamente a outras fontes, a verdade é que os estudos focam essencialmente minor endpoints como a síntese proteica aguda ou marcadores de catabolismo. Quando falamos em ganhos a longo prazo e progresso no treino, isso não parece fazer assim tanta diferença desde que algumas características da proteína se assemelhem - teor em leucina, digestibilidade e velocidade de absorção. Há alternativas à whey.