Que relações de transmissão usam?

Morg

Well-Known Member
O salto 28-32 é muito agressivo e baralha-me a cadência toda lol. Os outros saltos não me fazem confusão.
Também tenho 11-32 com esse salto e quando a % passa dos 10 sabe muito bem a diferença.
A semana passada fui ao Cachopo perto de Tavira mas feito esperto marquei o percurso mais curto......fui passar por uns buracos na serra, Pocilgões, Alfarrobeira para quem conhece a zona.
Não gosto de baixar dos 80rpm porque massacra muito os músculos e força não é o meu forte. Houve alturas em que desejei ter uma mudança mais leve do que 34-32, quando a % andava perto dos 20 :)

Costumo andar com 50-36, o 34 é um bocado chato para a planície, mas tinha trocado para 34 porque fui à torre há umas semanas, bendita hora em que o deixei ficar quando fui para o Algarve.
 
Também tenho 11-32 com esse salto e quando a % passa dos 10 sabe muito bem a diferença.
A semana passada fui ao Cachopo perto de Tavira mas feito esperto marquei o percurso mais curto......fui passar por uns buracos na serra, Pocilgões, Alfarrobeira para quem conhece a zona.
Não gosto de baixar dos 80rpm porque massacra muito os músculos e força não é o meu forte. Houve alturas em que desejei ter uma mudança mais leve do que 34-32, quando a % andava perto dos 20 :)

Costumo andar com 50-36, o 34 é um bocado chato para a planície, mas tinha trocado para 34 porque fui à torre há umas semanas, bendita hora em que o deixei ficar quando fui para o Algarve.
Mas é isso mesmo ... salto que só compensa acima de 10% e cada vez mais empinado ... porque depois tens de ter uma cadência froome para aproveitar ... senão ficas para trás ...

se tiver de fazer 100 metros a 10% já tento subir na 28 ou até na outra ...
Temos de ser duros ...
E as senhoras? Não usam saltos altos? Nunca percebi porquê ...
 

LUCAS

Well-Known Member
Eu uso 50-34 e 11/28 mais de 28 acho que não se justifica mesmo em pendentes elevadas....
Andei muito tempo com 50-34 e 11/25 essa tornava se massacrante em subidas tipo Serra da Estrela e subidas com mais de 20% dá jeito ter mais 3 dentes ...
Agora concluindo acho que só se justifica mais de 28 caso á frente se use 52/36 ou 53/39 , claro que 53/39 é para homem de barba rija e homem de barba rija não usa cassete com mais de 25 :D:D
 

DMA

Well-Known Member
Eu continuo na minha e que para 99% dos cicloturistas e até amadores medianamente treinados faz todo o sentido ter disponível uma desmultiplicação mais baixa que o 34/28
Ainda domingo, já com 65km nas canetas passei num sítio com quase 5km e com 10% de média. A média é enganadora pois há falsos planos pelo meio e até uma pequena descida. Havia partes em que ia na casa das 55rpm e a mais de 320W (usando o 34/28). Se tivesse um carreto 30 de certeza que usaria.
Eu e a bike juntos pesamos menos de 80kg. Imaginem o martírio para os conjuntos que atirarem para 90-95kg ... nem quero pensar.

E volto a bater no mesmo. 52/36 para que? A maioria (mas mesmo larga maioria) não tem capacidade para levar de gás colado uma combinação 50/13 em plano ou terreno ondulante (plano + pqs topos). Logo ainda tem muita desmultiplicação disponível mesmo com o prato 50. Não tem é canetas para ela. Meter um prato 52 para ter mais 4% de desmultiplicação, quando não aguentam sequer a desmultiplicação disponível com o 50? Em troca duma coisa que "não darão uso" levam com uma desmultiplicação 6% mais pesada em subida (devido ao prato 36). Depois é chegar a subidas de 8 ou 9% e já vão tipo mashers ... sempre a partir pedra.
Isto é daquelas coisas tipo "modas" que o pessoal do marketing solta cá para fora para colocar a malta a comprar material (quando já estão servidos). Uso o termos "moda" por terem vindo com a treta de que seria o melhor dos dois mundos um combinação de capacidade em rolar e que não atrapalha a subir. Com as devidas ressalvas parece o credo que andaram a vender com as 27,5''
 

zorza

Well-Known Member
Eu continuo na minha e que para 99% dos cicloturistas e até amadores medianamente treinados faz todo o sentido ter disponível uma desmultiplicação mais baixa que o 34/28
Ainda domingo, já com 65km nas canetas passei num sítio com quase 5km e com 10% de média. A média é enganadora pois há falsos planos pelo meio e até uma pequena descida. Havia partes em que ia na casa das 55rpm e a mais de 320W (usando o 34/28). Se tivesse um carreto 30 de certeza que usaria.
Eu e a bike juntos pesamos menos de 80kg. Imaginem o martírio para os conjuntos que atirarem para 90-95kg ... nem quero pensar.
Clap Clap Clap
 
Eu uso 50-34 e 11/28 mais de 28 acho que não se justifica mesmo em pendentes elevadas....
Andei muito tempo com 50-34 e 11/25 essa tornava se massacrante em subidas tipo Serra da Estrela e subidas com mais de 20% dá jeito ter mais 3 dentes ...
Agora concluindo acho que só se justifica mais de 28 caso á frente se use 52/36 ou 53/39 , claro que 53/39 é para homem de barba rija e homem de barba rija não usa cassete com mais de 25 :D:D
Boas @LUCAS
és capaz de ter razão ... mas depende sempre da dureza de toda a volta ... mesmo um pro ... tem de desmontar se a máquina ficar sem gasoleo ... e as rampas do fim é que contam ... mas para as fazeres tem de ter feito uma boa gestão nas anteriores ...
Eu estou a usar o 52/36 ... tem quase 2000km desde 05/06 e estou muito satisfeito com a evolução dos últimos meses ... tenho andado pouco ... mas já lhe comecei a ganhar o jeito ...
Tenho visto às vezes gajos a fazer a TORRE (serra da estrela) com 53/39 e cassete de 25 ... mas chegam lá acima todos ... queimados ...
 

LUCAS

Well-Known Member
Eu continuo na minha e que para 99% dos cicloturistas e até amadores medianamente treinados faz todo o sentido ter disponível uma desmultiplicação mais baixa que o 34/28
Ainda domingo, já com 65km nas canetas passei num sítio com quase 5km e com 10% de média. A média é enganadora pois há falsos planos pelo meio e até uma pequena descida. Havia partes em que ia na casa das 55rpm e a mais de 320W (usando o 34/28). Se tivesse um carreto 30 de certeza que usaria.
Eu e a bike juntos pesamos menos de 80kg. Imaginem o martírio para os conjuntos que atirarem para 90-95kg ... nem quero pensar.

E volto a bater no mesmo. 52/36 para que? A maioria (mas mesmo larga maioria) não tem capacidade para levar de gás colado uma combinação 50/13 em plano ou terreno ondulante (plano + pqs topos). Logo ainda tem muita desmultiplicação disponível mesmo com o prato 50. Não tem é canetas para ela. Meter um prato 52 para ter mais 4% de desmultiplicação, quando não aguentam sequer a desmultiplicação disponível com o 50? Em troca duma coisa que "não darão uso" levam com uma desmultiplicação 6% mais pesada em subida (devido ao prato 36). Depois é chegar a subidas de 8 ou 9% e já vão tipo mashers ... sempre a partir pedra.
Isto é daquelas coisas tipo "modas" que o pessoal do marketing solta cá para fora para colocar a malta a comprar material (quando já estão servidos). Uso o termos "moda" por terem vindo com a treta de que seria o melhor dos dois mundos um combinação de capacidade em rolar e que não atrapalha a subir. Com as devidas ressalvas parece o credo que andaram a vender com as 27,5''
Só para avisar que eu e a bike pesamos mais de 100kg +/-103kg, acredito que quem esteja a começar ou ande esporadicamente necessite mais de 28, se andar regular acho suficiente mas são sempre opiniões....
@JPLopes_73 o pedaleiro 52/36 poderá ser boa opção pois consegue se meter mais força na frente da bike, mas nesse caso tem de se aumentar a cassete e no meu caso tinha de mudar o desviador, daí ter continuado com o habitual, mas ainda ponderei mudar...
 
Temos de fazer uma clássica para esses lados!
À uns tempos atrás já coloquei por aqui um percurso com partida e chegada em Alenquer

75kms com 1685 de acumulado, subida ao Montejunto por Vila Verde descida por Abrigada,

Ainda tem mais uns pequenos "rebuçados" ao inicio e ao fim

Mas a tentar fugir a nacionais e sempre com pouco transito

https://www.strava.com/routes/10626802
 
@JPLopes_73 o pedaleiro 52/36 poderá ser boa opção pois consegue se meter mais força na frente da bike, mas nesse caso tem de se aumentar a cassete e no meu caso tinha de mudar o desviador, daí ter continuado com o habitual, mas ainda ponderei mudar...
Isso mesmo ...
85+9 ... também ando perto dos 100 e isso implica algum desgaste em troços de grande pendente ... mas olhos no chão e só se levanta a cabeça no topo ... ainda há dias voltei a bater 179bpm ... mas era para subir ...
 

DaniCarmo

Well-Known Member
Quando comecei andar numa estradista andava com 39/53 e 12/25...Dass para quem estava a começar quando o terreno empinava sofria como um cão, mas fui sempre onde os outros foram e nunca desmontei, uma vez a muito custo a subir a Serra da Boneca quase desmontava mas aguentei!! Depois lá troquei a pedaleira para uma 50/34 e fez uma grande diferença a subir para mim... Entretanto quando troquei de bike passei andar com 11/28 e 52/36... Tinha pedido a bike com 50/34 mas perguntaram se não queria experimentar aquela pedaleira... Aceitei e dei-me bem com o 52/36 gosto para rolar e não sinto dificuldade em subir!!
 

GMQ

Well-Known Member
Eu a considerar alguma alteração no rácio seria no pedaleiro grande. Só senti necessidade de ter ali qualquer coisa mais quando um dia decidimos "perseguir" um ciclista do hoje sporting tavira que andava a treinar. Era terreno plano e só nas recuperações das séries lhe conseguíamos cheirar o "rabo". De todos nós apenas um colega que tem uma bike que já foi de um pró e que tinha 53 na grande é que conseguiu andar mais perto dele no sprints.
Pessoalmente acho que outra conjugação para além do 50/34 não me faz falta. Agora quem quer colocar algo mais forte o que se pode dizer??Se existem tipos que pagam fortunas a umas senhoras para andarem com uma trela ao pescoço, levarem açoites e serem impedidos de respirar... O que podemos pensar?!?!? Abraço
 

nmt

Active Member
No sábado passado fui à Penha, em Guimarães, subindo a partir de Mesão Frio. A subida é relativamente curta (3 kms a 7,9%) e constante na inclinação. Cheguei ao topo com cerca de 60 kms feitos desde casa. O que é certo é que subi com bastante à vontade sem nunca usar o cog 32, mas é bastante confortável saber que ele está lá para caso surja a necessidade. Isto de ser pesado é sempre uma chatice nas subidas... Mas tenho a certeza que o vou usar em subidas como a Serra da Boneca, S. Bentos das Peras, Monte S. Domingos... e vou adorar ter aquele cog!
 

DaniCarmo

Well-Known Member
No sábado passado fui à Penha, em Guimarães, subindo a partir de Mesão Frio. A subida é relativamente curta (3 kms a 7,9%) e constante na inclinação. Cheguei ao topo com cerca de 60 kms feitos desde casa. O que é certo é que subi com bastante à vontade sem nunca usar o cog 32, mas é bastante confortável saber que ele está lá para caso surja a necessidade. Isto de ser pesado é sempre uma chatice nas subidas... Mas tenho a certeza que o vou usar em subidas como a Serra da Boneca, S. Bentos das Peras, Monte S. Domingos... e vou adorar ter aquele cog!
Serra da Boneca tranquilo, mas essa de S. Bento das Pêras se tivesse o 32 usaria de certeza... :p:p
 

DMA

Well-Known Member
Tudo depende do percurso. Há voltas de 120km com 3 ou 4 subidas com 200-250m de desnível (cada uma) em que podia só ter um prato à frente (com a cassete 11-28); ou seja tudo isso seria um "não assunto". Há voltas de 80km em que preciso de desmultiplicações leves.

Quando fala-se em percentagens de inclinação estamos a falar de que? Percentagens do Garmin? Rampas de "meia dúzia" de metros?
Vocês estão a falar de subidas de 10% e até parece peaners. 10% reais e durante muito tempo começa a chatear a sério. Pelo o que eu vejo no terreno não vejo malta a chegar a rampas longas de mais de 10% e a irem confortáveis. Subir lá se sobe, tipo masher a esmagar os cranks ...

Coloquem a coisa em contexto. Eu estou a falar de ter material all rounder que dê para ser um bom compromisso para tudo.
E outra coisa; chegar lá acima, fazer a subida, etc; isso é relativo. Também já subi a Serra d'Arga com um 34-23 ... duas vezes na mesma volta. O problema é que isso passa fatura no resto da volta.
E chegar ao topo e depois ficar todo arrebentado como vejo acontecer a muitos. E chegar lá acima e ter que parar, ou quando seguem ficam todos arrebentados.

Eu estou a falar de ter opções para subir com o mínimo desgaste possível, chegar lá acima e seguir viagem e fazer mais 40, 60, 80km e não andar a pagar faturas da subida. E se for preciso ainda ter gasosa para alguns esticões.

E continuo sem entender qual a vantagem dum crank 52/36. Até hoje não apanhei ninguém que me descarregasse em plano. E se assim acontecer (pois não sou nada demais) é por falta de pernas não é por falta de desmultiplicação.