Notícias do ciclismo Tuga 2019

Bernalve

Well-Known Member
Fiquei bem impressionado com a classificação do Vinhas, no meio de uma série de tubarões! Acho que está de parabéns. Parece-me que a W52 é um projeto para continuar, porque a qualidade está lá.
Estivesse lá o elenco da Volta, tinham feito um top5 quase de certeza. O Vinhas esta época tem sido dos piores da W52.
 
"Rui Costa e Nélson Oliveira são as principais figuras da Seleção Nacional de ciclismo, que vai estar presente nos Mundiais de de estrada, de 22 a 29 de setembro, em Yorkshire, Inglaterra.


Aos corredores com melhores resultados na história do ciclismo português juntam-se Domingos Gonçalves (Caja Rural-RGA), José Gonçalves (Katusha Alpecin), Rúben Guerreiro (Katusha Alpecin) e Rui Oliveira (UAE-Emirates).

«Temos uma equipa de qualidade, com provas dadas e experiência internacional. Vamos bater-nos pelo top 10, tanto no contrarrelógio como na prova de fundo. Sabemos que os adversários são muito fortes, mas temos as nossas armas, com corredores que sabem o que é disputar os primeiros lugares em Mundiais», garantiu o selecionador José Poeira.

Nos sub-23 masculinos vão estar André Carvalho (Hagens Berman Axeon), João Almeida (Hagens Berman Axeon), Emanuel Duarte (LA Alumínios-LA Sport) e Miguel Salgueiro (Sicasal-Constantinos). André Domingues (EC Bruno Neves) e João Carvalho (Bairrada) são os representantes nacionais em juniores, enquanto em femininos estarão Maria Martins (sub-23) e Daniela Campos (juniores)."

Va la eu entender a convocatoria dos manos gonçalves.... o Domingos entao é uma epoca miseravel... o jose.. nas classicas do quebec nem ve-lo! um acabou em 128 e ultimo lugar e em montreal nem acabou....

nao pode levar nenhum dos que por ca andam? ou ja tao todos na ronha? :rolleyes:
 

FSilva

Moderador
Staff member
A unica justificação dos Gonçalves é a rodagem com pelotões internacionais porque de facto tens razão este ano não justificam. Pelo menos o Domingos o Zé ainda se pode dar como alguem com experiência. Pelo menos o Joao Rodrigues podia ser uma boa aposta. Fez uma excelente volta e também juntar as boas prestações que fez na volta ao algarve com um pelotão de bom nível. Nao ia certamente lutar por algo mas certamente era justo pelo trabalho.

É bem jogada a chamada do Emanuel nos Sub23 está em altas depois das duas grandissimas.
 

Carolina

Well-Known Member
Até temos uma equipa porreira. Uma parte deles só precisa de se aguentar ao inicio, por isso não é crítico.

Venha mais um top 10 do Rui. Top 5 seria excelente.
Estou com curiosidade para ver o desempenho do Nélson.
 
A unica justificação dos Gonçalves é a rodagem com pelotões internacionais porque de facto tens razão este ano não justificam. Pelo menos o Domingos o Zé ainda se pode dar como alguem com experiência. Pelo menos o Joao Rodrigues podia ser uma boa aposta. Fez uma excelente volta e também juntar as boas prestações que fez na volta ao algarve com um pelotão de bom nível. Nao ia certamente lutar por algo mas certamente era justo pelo trabalho.

É bem jogada a chamada do Emanuel nos Sub23 está em altas depois das duas grandissimas.
e pq nao tb o https://www.procyclingstats.com/rider/rui-vinhas ?
 

pratoni

Well-Known Member
Era bom que o Ruben guerreiro estive virado para fazer algo engraçado nesse dia mas já deve estar nas lonas.

Sem o Dumoulin já era a vez do Nélson chegar às medalhas no ITT.

O José Gonçalves é WT, isso tem peso para a federação e não é pouco.

Quando começam os mundiais?
 

FSilva

Moderador
Staff member
Daniela Campos 33.ª no contrarrelógio do Mundial

Daniela Campos foi hoje a 33.ª classificada na prova de contrarrelógio para juniores femininas do Campeonato do Mundo de Estrada, em Harrogate, Inglaterra.

As corredoras deram uma volta ao circuito urbano de Harrogate, 13,7 quilómetros muito exigentes para a categoria de juniores femininas. Daniela Campos abordadou a corrida com ambição, tendo um bom desempenho em termos técnicos e táticos.

“A Daniela esteve muito bem na mudança de andamentos em função das subidas e escolheu bem as trajetórias, dando indicações muito positivas para o futuro, tendo em conta que ainda está no primeiro ano de juniores”, explica José Marques, diretor desportivo que acompanhou a ciclista, enquanto José Poeira fazia o reconhecimento do percurso do contrarrelógio de elite com Nelson Oliveira.

Daniela Campos concluiu a prova em 24m15s, mais 1’58’’77 do que a russa Aigul Greeva, que venceu com 22’16’23. A segunda classificada, a 3,61s foi a holandesa Shinn van Anroou. A terceira, a 10m93s, foi a britânica Elynor Backstedt.

A corredora portuguesa foi melhorando com a passagem dos quilómetros, passando da 38.ª posição no ponto intermédio para o 33.º lugar final, entre 50 participantes.

“Senti-me um bocadinho presa na primeira fase do contrarrelógio, mas fui-me soltando ao longo da prova. No geral, as sensações foram boas para um percurso tão duro como este. Dei tudo o que tinha e considero e estou motivada para a prova de fundo”, diz a ciclista da Equipa Portugal.
 

FSilva

Moderador
Staff member
W52-FC Porto pode optar pela descida de divisão

UCI vai obrigar a contratar 20 ciclistas e a inflação orçamental pode levar a Direção portista e o patrocinador a quererem voltar à "Continental"
Está em análise a continuidade da W52-FC Porto no escalão Profissional Continental. Depois da estreia na segunda divisão mundial do ciclismo, o clube e o patrocinador, Adriano Quintanilha, equacionam o futuro e as condições para aumentar o investimento face às novas exigências da UCI, que vai obrigar as equipas Pro Continentais a terem um mínimo de 20 ciclistas. Nesse cenário, a W52 teria de contratar mais quatro e aproximar-se dos dois milhões de euros de orçamento.

Os dominadores do ciclismo em Portugal - este ano conquistaram Volta ao Alentejo, Grande Prémio JN e a sétima Volta a Portugal consecutiva - estão apreensivos: primeiro pelo dinheiro necessário para ter uma equipa competitiva no estrangeiro, depois pela cada vez maior dificuldade de acesso a corridas World Tour (WT) - esta época, os azuis e brancos só correram uma prova desse escalão, a Volta à Turquia -, que se vão tornar ainda mais restritas e praticamente só abertas a equipas WT e do país organizador.

"Ainda estamos dependentes da decisão do patrocinador - veremos se ele nos quer manter nesse nível. Nós queremos continuar, mas tem de ser analisado. Percebo que será necessário um investimento muito grande, por termos de ir buscar mais quatro ou cinco atletas. Se baixarmos, ficaremos só com 12 ou 13 ciclistas", afirmou o diretor desportivo, Nuno Ribeiro, a O JOGO.
Há mais oito equipas do escalão com o mesmo problema e as espanholas estão todas em risco, nomeadamente a Burgos-BH, de Ricardo Vilela, José Neves e Nuno Bico; ontem, a Euskadi-Murias anunciou o fim, por falta de patrocínio.

FONTE: O JOGO
 

FSilva

Moderador
Staff member
Domingos Gonçalves vai voltar à Rádio Popular-Boavista

A espanhola Caja Rural comunicou ontem que não renovaria com oito ciclistas para 2020 e o barcelense já definiu o destino.
A Caja Rural anunciou a saída de nove ciclistas da equipa e entre eles está Domingos Gonçalves. Só Alex Aranburu dará o salto para o World Tour, rumando à Astana, e O JOGO sabe que o corredor português deverá voltar a Portugal e assinar pela RP-Boavista, equipa pela qual correu em 2017 e 2018.

O contrato ainda não está firmado, porém a ligação do campeão nacional de estrada de 2018 e de contrarrelógio de 2017 e 2018 ao diretor desportivo José Santos é um argumento forte para ambas as partes. Domingos sabe que seria um dos líderes da formação, depois de uma segunda passagem pela Caja Rural em que voltou a não ser feliz, tendo sido penalizado por muitos problemas físicos durante o ano.

O barcelense desistiu na Volta ao Algarve, na Volta a Portugal, na Vuelta e na Volta à Catalunha, esta última devido a uma queda grave - infelizmente gozada por algum do público - que o deixou sem treinar durante mês e meio.

Os axadrezados, por outro lado, não terão João Benta, sexto na última Volta a Portugal, e o trepador explicou a O JOGO a decisão: "Não fui abordado para renovar. Não é por mim que saio, mas acredito que vou para melhor."
 

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Well-Known Member
Vamos a ver...

Tendo em conta que o encaixe financeiro decorrente da participação nas provas é baixo, o grande bolo do orçamento anual advém do patrocinador principal. Esse, mesmo sendo Main Sponser, isto é, tendo todo o destaque, tem retorno muito reduzido. Portanto, do ponto de vista económico/financeiro é um mau investimento. Vale que em muitas situações a pessoa por trás do patrocinador é apaixonada por ciclismo e isso acaba por pesar na decisão de patrocinar... mesmo sabendo que é um mau "negócio".

O problema já é antigo, não é de agora. E se nos elites é o que é, as equipas de formação não fogem à regra. Acompanho um miúdo que fez top 10 na Volta a Portugal de júniores, foi o 4º melhor português em prova... recebeu uma proposta de uma equipa sub23 que, para além de não pagarem nada mensalmente, o atleta ainda tinha que pagar a manutenção das bikes que a equipa lhe emprestava... fod****... eu até percebo que não haja condições financeiras mas com essas condições não é fácil para um atleta continuar no ciclismo. Estamos a falar numa fase que coincide com a entrada da universidade, as despesas para os pais sobem, e se continuarem na modalidade não têm tempo para um part time. Não é fácil....
 

bogas

Well-Known Member
I
Vamos a ver...

Tendo em conta que o encaixe financeiro decorrente da participação nas provas é baixo, o grande bolo do orçamento anual advém do patrocinador principal. Esse, mesmo sendo Main Sponser, isto é, tendo todo o destaque, tem retorno muito reduzido. Portanto, do ponto de vista económico/financeiro é um mau investimento. Vale que em muitas situações a pessoa por trás do patrocinador é apaixonada por ciclismo e isso acaba por pesar na decisão de patrocinar... mesmo sabendo que é um mau "negócio".

O problema já é antigo, não é de agora. E se nos elites é o que é, as equipas de formação não fogem à regra. Acompanho um miúdo que fez top 10 na Volta a Portugal de júniores, foi o 4º melhor português em prova... recebeu uma proposta de uma equipa sub23 que, para além de não pagarem nada mensalmente, o atleta ainda tinha que pagar a manutenção das bikes que a equipa lhe emprestava... fod****... eu até percebo que não haja condições financeiras mas com essas condições não é fácil para um atleta continuar no ciclismo. Estamos a falar numa fase que coincide com a entrada da universidade, as despesas para os pais sobem, e se continuarem na modalidade não têm tempo para um part time. Não é fácil....
O mesmo se passa com o meu amigo e colega de treino sub 23 que fez também um brilharete na volta a Portugal do futuro. A sorte dele é ter um grande potencial e já tem contrato por 2 anos :)