5.ª Etapa da Volta RTP - Viseu - 10 Ago. 2011

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#82
jnap Sei lá onde foi... eu já ia meio morto, por isso não faço ideia!!
Sim, era uma subida, e sim foi o colega que não estava furado que veio buscar a camara. Mas esquece isso, pelo menos tive direito a um obrigado :) (já tive casos em que nem isso!).

E já que de seguida falaram do deixar ou não deixar o povo apeado, eu deixo esta questão:
Acham normal numa prova com 800 ou mais inscritos, haver um carro vassoura com 9 lugares?
A verdade é que tenho treinado pouco, mas na passagem por Tondela (junto à entrada da A25), achei por bem dar por terminada a minha participação, as pernas não respondiam e a cabeça muito menos.
Qual não é o meu espanto quendo me chego ao Carro Vassoura e... "está cheio".
Bonito serviço, como é que me safo agora???
Mais atras vinham duas carrinhas de duas colectividades, uma amarela (vinha cheia) e uma Branca (acho que era Peugeot) que vinha vazia...
Essa carrinha branca pertencia à Associação Desportiva de Ancede, pois a verdade é que apesar do meu pedido de auxilio, o motorista da carrinha, olhou para mim e... desprezo total! Associação Desportiva de Ancede, que bela imagem ali ficou!
No lado oposto do espirito de entreajuda, estiveram os Senhores da Associação de Viseu, que, apesar de trazerem a carrinha cheia, lá arranjaram um espacinho para me enfiar lá dentro... abençoados sejam!
Aproveitei a boleia na ultima subida grande (penso que a faltarem 20km's) e depois lá no alto eu e outro Senhor (Luis se não estou em erro), decidimos dar a vaga a outros que tinham feito essa subida e estavam mais mortos do que nós... como resto do percurso era mais leve, não custou tanto! Ainda fui a tempo de cortar a meta!!!!:D Aquilo já estava meio deserto!!!:D
Quanto aos de Ancede... há mais marés que marinheiros!!
 
#84
Em relação aos furos, certamente que os motivos foram vários, tais como pouco ar, pneus nas lonas, piso da estrada escaldante o que poderá provolar descolagem de remendos nas câmaras de ar, etc.
Também acho que a organização deveria ter feito melhor em termos de abastecimento e na prestação de assistência a quem dela necessitou, particularmente no transportes de bicicletas e ciclistas esgotados.
Se necessário fosse, porque não a Câmara de Viseu ou uma qualquer Junta de Freguesia, disponibilizar um carro de caixa aberta para as bikes e um autocarro para os ciclistas?
 
#85
Não vou perder o meu tempo a fazer uma análise mais ou menos detalhada sobre a organização desta Etapa da Volta, independentemente do juízo pessoal e privado a que não me furtarei. Outros mais vocacionados para isso, e particularmente as próprias empresas responsáveis e envolvidas nessa organização o farão ou, se não o fizerem, o deveriam fazer. No entanto, a correr e sem grandes preocupações de abarcar todos os pormenores, parece-me que um acontecimento que reune qualquer coisa como quase um milhar de participantes que pagam a sua participação merece alguns cuidados que a meu ver foram tratados sem a atenção devida pelos protagonistas que afinal de contas são a razão de ser da Etapa da Volta e uma, talvez ainda que pequena parte, do suporte económico do evento e da respectiva rectaguarda. Coisas como aquilo que se passou na primeira tenda de distribuição de água no Caramulo são inadmissíveis e porventura só o cansaço dos cicloturistas possibilitou que os protestos se ficassem por alguns comentários mais ou menos irados: a falta de indicações levava os ciclistas a "aterrar" logo ali na primeira tenda que aparecia no caminho, em desordenada fila em busca de água. A água era distribuida em demorado enchimento à bica de um garrafão em vez de, como deveria ter sido, ter-se optado pela rápida entrega, pura e simples, de garrafas de 33 cl. Para cúmulo, ao fim de largos minutos de espera acabou a água e quem estava à espera há 20 minutos, como foi o meu caso, foi sem mais confrontado com o facto e com a informação, apenas nessa altura, de seguir para a fila mais abaixo onde afinal se distribuiam sumos... Inaceitável!... Depois, um simples megafone a avisar para o recomeço do passeio quem estava mais abaixo teria evitado que quando esses cicloturistas se aperceberam, já a cabeça do pelotão ia muito longe... e a consequência mais visível e mais gravosa foi os ciclistas da parte de trás do longo e espaçado pelotão se terem confrontado com veículos auto a circular de frente com toda a normalidade onde era suposto o trânsito estar suspenso. Uma situação presenciei eu em que esteve eminente o atropelamento de dois ou três ciclistas por um camião que surgiu a circular onde se supunha que isso estaria salvaguardado. Uma partida de todos os participantes muito mais concentrados teria evitado isso. Finalmente, ouvi no final alguns comentários indignados de ciclistas que chegavam em grandes dificuldades e que comentavam que o carro-vassoura os tinha ultrapassado bem antes da chegada, pelo que se tivessem "estoirado" completamente teriam ficado à sua sorte. Inadmissível! Se um carro-vassoura não chega, coloquem-se viaturas de complemento, mas deixar os participantes sem apoio...
Salvou-se muita coisa, a simpatia e a disponibilidade das pessoas do staff, por exemplo, mas uma organização de um evento desta dimensão tem de ter um rigor organizativo o mais irreprensível possível se não quiser a curto ou a médio prazo matar a galinha dos ovos de oiro. E seria pena porque afinal a Etapa da Volta vive do nosso gosto pelas bicicletas e por este ambiente que nos faz às vezes percorrer tantos quilómetros para estar lá. Como cantava o Chico Buarque, foi bonita a festa, pá... mas há que melhorar o que esteve mal e para isso o mínimo que se deseja é que quem o pode fazer esteja atento e sensível às críticas. Todos ficaremos a ganhar.
 
#86
Realmente a segunda parte da prova merecia melhor organização, quem estava mais abaixo, no ponto de assistência do Caramulo, só soube que já tinha partido por alguém passou e disse que já tinha saído á muito. Outra coisa foi na parte final já perto de Viseu, de repente vemos transito de frente!?!? e eu até não cheguei atrasado, imagino o pessoal que vinha para trás. Apesar disso (e de algumas quedas) acho que o saldo foi positivo, a subida incial foi má, mas, apesar do calor, deu para andar bem na segunda parte. As decidas apesar de perigosas eram apetitosas e dava para arrefecer.
 
#87
Desmo13
Não me espanta a atitude da gente de Viseu, são gente que de um modo geral conhece o significado das palavras companheirismo e solidariedade. Espanta-me e muito que alguém representando uma associação desportiva numa circunstância como a que descreves seja segregativo e ignore um companheiro em dificuldades. O nome de Ancede não me dizia nada até ler o teu comentário. Agora já sei onde fica Ancede e fico com pena da imagem que fica, porque o Douro e os durienses merecem muito melhor.
 
#89
Caro Osicran, o que está a relatar é uma réplica do que aconteceu em 2008. Aliás, também houve um acidente bastante feio no início da saída do Caramulo com dois companheiros, descidas muito técnicas para ciclistas de lazer. O problema nem foi subir mas sim descer. Por ter estado em 2008 decidi não voltar este ano, o percurso não é de todo adequado a ciclistas de lazer apesar da sua beleza. A simpatia e disponibilidade do pessoal da organização também foi fantástico.
 
#90
Sem querer fazer de "advogado do diabo" tb gostaria de deixar a minha opinião:

A Etapa da Volta não é um vulgar encontro de Cicloturismo. Tem outros propósitos e constituiu um desafio de superação pessoal. Por isso é que tem subidas e "roda livre".
Eu também estive presente e vi muitos Cicloturistas que não tinham o minimo de condiçôes para participar num evento daqueles. Alguns nem sabiam quantos Kms íam fazer ou que subidas tinham de enfrentar. Penso que as pessoas tem de ter um minimo de consciencia das suas capacidades antes de se proporem a fazer as coisas. Claro que mesmo assim podem acontecer casos de desistencia etc...mas francamente muita gente parece que pensava que aquilo ia ser um pic-nic e não se preocuparam com nada.
Vi muito pessoal que nem ao trabalho se deu de levar uma camera suplente ou uma bomba, já para não falar daqueles (e foram muitos) que atacaram a Etapa num dia de quase 40ºC com apenas uma pequena garrafa de h2o no quadro da bicicleta. O pensamento do "eu pago, logo tenho direito a assitencia, h2o e a um percurçozinho fácil" não se coaduna com este evento. As pessoas tem de ser minimamente responsaveis e lembrarem-se que dar apoio a quase 800 ciclistas não é fácil.
Em relação ao abastecimento de h2o quero só referir que havia um posto de abastecimento no local de reagrupamento (Caramulo) que teve sempre garrafas de 33cl disponiveis e que ainda entregavam cada uma juntamente com uma banana, este posto era a seguir ao que estava a dar os sumos e não havia limite de garrafas por ciclista.
Em relação ao carro vassoura não posso opinar porque não me apercebi de nada talvez por ir mais à frente.
Em relação aos carros de frente a +- 15 km de viseu apanhei 3. Realmente não se compreende mas pode ter sido uma falha das forças de segurança e não da organização, ou pode ter sido algum desrespeito por parte dos condutores (bastava a policia ter mandado encostar até o pelotão passar e eles a seguir terem retomado a marcha por exemplo).
Já que estamos em maré de criticas tb quero deixar a minha mas não à organização que achei boa (é a minha opinião) mas aos PORCALHÕES que deitaram garrafas, papeis, embalagens vazias de gel, etc, etc, para a estrada para as bermas para a mata e até para o quintal das pessoas. Ainda fica uma nota negativa para os CROMOS que na subida para o caramulo não aguentaram e pararam no meio da estrada não permitindo a passagem aos que queriam andar por não se encostarem á berma.
Espero que a Etapa da volta de 2012 seja melhor do que esta mas isso não depende só da organização, depende tb e muito de nós que somos os participantes e lembrem-se que estes eventos não são ou não deveriam ser uma feira de vaidadades...vi muitos vaidosos e poucos ciclistas/cicloturistas (só enfia o barrrete quem quiser)

Treinem muito e bem para não haver tantas queixas acerca de subidas ingremes.
Abr
 
#91
Amigo JP eu não me queixo das subidas mas sim daquela descida, se alguém souber de um remédio milagroso para perder o medo de descer agradeço, pois nem com treino a coisa lá vai...

Abraco!
 
#92
Figueiredo, ora vê; se a descida é dificil ou muito técnica tens de a fazer devagar ou seja tens de fazer uma gestão acertada das tuas capacidades. Não temos todos a mesma técnica, treino ou aptidão. O que é dificil para ti pode ser fácil para mim ou vice-versa. O medo é um excelente remédio para nos manter seguros:)
Abraço e boas pedaladas
 
#93
Garrafas de água e bananas? não vi e seguramente a maioria não viu.
Os primeiros a chegar tinham visibilidade. Depois de chegaram 200 ou 300, era mais complicado .
Porque não distribuiram as garrafas de água e as bananas logo a seguir ao controle?
 
#94
Acho que se pensares um bocado chegas lá.
Se a distribuição das águas estivesse logo a seguir ao controle este ia ficar rápidamente entupido não permitindo a passagem de mais ciclistas no mesmo.
O que deveria ter havido era alguma sinalética a indicar esse ponto de abastecimento. De qualquer das formas tanto no primeiro local de abastecimento (o dos garrafões de h2o e do café) como no dos sumos era dada constantemente a informação de que a seguir havia um posto de abastecimento de H2o. A isso eu assisti e tb assisti a pessoal que estava mais interessado em receber as garrafas (daquelas de bike) que estavam a dar no posto dos sumos, do que em ir buscar H2O. Vi muitas dessas garrafas atiradas para o chão a seguir ao Caramulo. IMBECIS armados em ciclistas profissionais (afinal aquilo até nem tinha custado dinheiro... tinha sido oferecido...)
Claro está que cada um tem as suas experiências. A minha foi boa e lamento que a de todos não tenha sido assim. Não senti dificuldades em arranjar H2O e apesar de reconhecer que podia e deveria ter havido um abastecimento de H2O algures entre o Caramulo e Viseu, toda a gente sabia (ou deveria saber) que o unico abastecimento era no Caramulo, que estava muito calor...e que ainda faltavam +- 45 km até ao final. Tal como disse anteriormente muito pessoal não se preocupou com nada...gênero "eu pago e tenho os meus direitos"
Esta é a minha opinião se tu ou alguem mais tem outra porque não a fazem chegar junto da organização???!!!! Poderá ser um contributo para que para as próximas edições as coisas corram melhor.
 
#95
Caro J.P.
Estou completamente em desacordo. É muito mais rápido receber uma garrafa de água e seguir do que estar a encher o cantil. Foi exatamente por isso mesmo que se criaram grandes engarrafamentos!
No meu caso, até posso dizer que estive muito tempo em filas que pensava eu que era para liquidos, quando na verdade era só para café! Claro que também é falta de experiência (foi a minha primeira vez), mas nunca houvi ninguém dizer que água, isto e aquilo é em tal parte, ao contrário do que se passou junto aos sumos, que pelo que diz, era dito CONSTANTEMENTE...
 
#96
Volta da etapa

o J.P. deve pertencer à organizaçao...
Eu ate fui e ando preparado e tenho consciencia do q é o desporto.
Nao aceito que se tenha um apoio tao fraco para quem pagou o q se pagou.
abraço
 
#97
Se alguém, por hipótese, me perguntasse hoje se a Etapa da Volta tinha valido a pena e se tenciono voltar para o ano, a minha resposta seria rápida, decidida e afirmativa. Aliás, das cinco edições até ao momento, estive presente em todas menos na primeira e mesmo essa única ausência deveu-se a não ter tido conhecimento prévio. E, naturalmente, também as edições anteriores me deixaram sempre pontos de desencanto e de crítica. Ponto assente, agora esse saldo final positivo não me impede de, numa perspectiva construtiva, apontar aspectos que pessoalmente achei errados e passíveis de melhoria nas edições futuras. Não existem organizações perfeitas em lado nenhum, existem organizações que procuram constantemente a melhoria e organizações que não primam pela exigência e pela qualidade do serviço que montam. As primeiras colhem as críticas, analisam-nas e corrigem os aspectos deficientes, as segundas acham-se perfeitas, ignoram as críticas e estão-se c... para o público que lhes serve de razão de ser. No meu caso, o objectivo da crítica e isso está expresso no último parágrafo da opinião que expressei anteriormente, é a esperança de que à organização da Etapa da Volta chegue a visão crítica do acontecimento para que possam conhecer uma observação de alguém descomprometido que participou e possam, se forem pertinentes os defeitos apontados, melhorar no futuro. No meu caso, gosto francamente, e admito-o sem reservas, do ambiente, da apreciação das bicicletas, da diversidade dos jerseys, do colorido do conjunto. Não me interessa minimamente se há ali gente apenas movida pelas tais vaidades de que por vezes se fala, considero isso apenas pormenores menores da condição humana que encontramos todos os dias em todos os lugares e em todas as actividades, são detalhes desinteressantes com os quais não perco tempo, basta-me gostar das bicicletas e quanto mais evoluidas e atraentes, mais eu gosto de as apreciar, sejam elas de vaidosos ou de modestos. A vaidade de alguns não me incomoda, quando muito pode em casos específicos motivar-me um disfarçado sorriso trocista, motiva-me, isso sim, quase sempre indiferença e não creio que isso seja importante na apreciação geral de um evento como a Etapa da Volta. Já não penso assim sobre a organização do acontecimento e os aspectos que envolvem as condições de participação, assunto sobre o qual penso que todos deviam expressar-se, independentemente de terem ficado agradados ou desagradados, de pensarem voltar a participar ou de terem feito uma cruz para o futuro. Até porque penso que os aspectos a corrigir não se corrigirão que não forem apontados... No caso concreto, como já fiz um comentário anterior em que até não foquei, por exemplo, a questão dos inúmeros casos de gente que furou e que não teve apoio (havia 2 carros de apoio que em princípio chegariam, houve furos a mais, porque razão aconteceu isso - além dos pneus mal cheios, seriam os pisos escolhidos, seria do calor? Enfim, pano para mangas e para posterior análise...), vou-me cingir à questão da distribuição da água no final da prova de superação pessoal.
Neste caso concreto da distribuição de água na chegada ao Caramulo, com o devido respeito pela opinião do JP - não duvido minimamente de que QUANDO CHEGOU A INFORMAÇÃO FOSSE CONSTANTEMENTE DADA - mas depois deixou de ser assim e a questão decisiva foi mesmo essa, a falta de sinalética e/ou de informação verbal logo a seguir à tomada dos tempos. Os participantes chegavam sequiosos e a preocupação de muitos era obter água fresca o mais rápido possível, acumulando-se naturalmente no primeiro ponto de distribuição, até porque ninguém sabia se havia mais. Em nenhum momento nos cerca de 20 minutos que estive nessa espécie de fila foi anunciado por alguém que havia outros postos de distribuição mais à frente. Essa informação foi apenas dada QUANDO A ÁGUA TERMINOU NESSE POSTO e mesmo nessa altura quem estava mais atrás duvido que tivesse ouvido. Pode não ter sido assim no princípio da chegada dos ciclistas, não terá sido mesmo, mas foi assim no tempo que lá estive! De resto, houve na altura comentários muito desagradados de que lá estava à espera e a fila parecia que não andava e gente a comentar mais tarde que só se "safou" porque se chateou de esperar na primeira tenda, desistiu da água e ao avançar para baixo descobriu que havia mais tendas de distribuição de líquidos e sólidos... Pessoalmente, registe-se, acabei depois por ter um atendimento perfeito por parte do pessoal de serviço na tenda dos sumos, tal como na tenda das bananas que estava a seguir. Ou seja, o problema foi mesmo a falta de indicações à chegada, pelo menos a partir de uma certa altura e essa, e desculpem a insistência, era de resolução simples mas foi uma falha grave, devia haver sinalização clara ou pessoal a instruir quem chegava. Ter-se-ia evitado a espera, o desagrado e até facilitado muito a circulação do pessoal com as bicicletas para um lado e para o outro. Assim como se tivessem chegado as tendas um pouco mais para baixo, espaço não faltava, e deixando-as mais espaçadas entre elas, ter-se-ia evitado tanta aglomeração de pessoas e máquinas. O Delta, aliás, resume muito bem o que se passou quando escreveu que os primeiros tinham visibilidade e a partir dos 200 ou 300 a coisa ficava mais complicada. Eu, se não vi a chegada dos primeiros e acredito que tenha sido muito mais tranquila e organizada, senti essa necessidade de melhor organização à medida que os outros iam chegando e depois de mim ainda chegaram 341...
 
#98
Então para terminar o meu "contributo" para este tópico:):

-Cada um tem a sua ideia e a sua experiência.
-Não acho que as coisas tenham sido perfeitas.
-Acho que poderiam ter sido melhores.
-Não pertenço á organização.
-Não conheço niguêm que pertença á organização.
-Acho as vossas criticas válidas e pertinentes...até porque como já disse, essa foi a vossa experiência.
-Continuo a achar que um e-mail para a organização dando conta do vosso desagrado era importante. Não é com "conversa de mesa de café" que as coisas mudam ou melhoram, é passando a informação correcta no sitio próprio. Claro que dar um feed-back aqui no Forum é importante mas não chega. Façam a vossa parte para que a organização possa fazer a parte dela (de melhor maneira).
-Ah...é verdade...quando cheguei à "meta" do Caramulo já lá tinham chegado +- 200 ciclistas, o que quer dizer que não usufrui das benesses dos primeiros (calma, visibilidade, informação, etc. Isto na opinião de alguns...)

Scalator,
Claro que no encontro de cicloturismo da casa-do-povo-da-santa-terrinha o preço é talvez menor, há copo e bucha um apoio melhor e um percurso do género do que tu pareces gostar.
Há que fazer opções.

Abraço e boas pedaladas
 
Também gostava de acrescentar mais o seguinte: considero uma falha MUITO GRAVE a falta de policiamento a proteger os cicloturistas mais atrasados na parte do percurso após a descida do Caramulo, nomeadamente numa parte em que a estrada era relativamente estreita. Era suposto não se encontrar trânsito a circular de frente e por isso muitos ciclistas/cicloturistas entravam nas curvas pelo meio da estrada ou mesmo pela esquerda, mas a partir de certa altura começou a aparecer trânsito em sentido oposto e se é certo que na aproximação a Viseu a estrada já era larga e não havia grande perigo, antes de se chegar a Figueiró o perigo real existiu. Na primeira situação que vi, surgiu um camião e vários automóveis atrás a circular precisamente numa curva fechada e por muito pouco dois ou três ciclistas conseguiram fugir para a direita. E se não tivessem conseguido?... Estava agora o país a lamentar uma desgraça... Provavelmente os participantes que iam na parte da frente, e que já deviam ir a quilómetros de distância, iam bem protegidos...mas e os da parte de trás, não deviam ter tido também ao longo do percurso a protecção de um ou dois motociclistas da GNR-BT a proteger-lhes o avanço?... Além do mais, estamos ainda assim a falar de muitos participantes na parte de trás do longo e disperso pelotão. Dispersão que também se poderia ter minimizado um pouco se a partida do Caramulo tivesse sido simultânea para todos, coisa que não foi por falta de rigor da organização. Coisas a ponderar seriamente, com a segurança dos participantes não se pode facilitar! De resto, basta ser tão competente como o foram nas rotundas de Viseu onde o serviço da PSP foi, pura e simplesmente, impecável, mesmo para desagrado de um ou outro automobilista mais apressado...
 
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