Super Randonnée Portvcale - SUPER QUÊ???

#21
vhugocosta, só duas perguntas sobre o equipamento que usas;
a bike parece ser em Ti, certo? Vi que usas Continental, qual é que consideras ser a melhor medida (25, 28, …) para um compromisso conforto/peso em voltas desta dimensão?

Correto!!! é uma PlanetX Tempest "rebranded"
Eu uso 28c, mas tenho colegas com 30 e 32c, mais do que isso não se justifica, e por falar nisso, recentemente tive uma experiência bem desagradavel, fui a Corunha fazer um brevet, e em vez de levar a Ti fui na bicicleta do commuting, quadro em aluminio, Tiagra, rack traseiro+pannier, e pneus 38c (salvo erro Continental speed Ride) e penei, mas penei muito. Não pela bicicleta em si, embora o BB já estivesse meio estragado, mas pelo arrasto dos pneus. Jurei que nunca mais..portanto acho que 28/30c está no ponto.
 
#22
@vhugocosta essas palavras vão de acordo em tudo aquilo que penso.
Quando o @afonsobtt me falou nisto.. Eu pensei.. Então dou as minhas voltinhas ao fim de semana, como é que eu vou fazer isto?
E ao fim destas duas aventuras, tudo o que dizes subscrevo a 100%.. Hoje olho para trás e sinceramente o que mais me custa é levantar o corpo da cama! :D

PS: e agora já me lembrei quem és, às custas do tabaco.. lembro-me de estar sentado na pizzaria no CaMinho 200 e vir a sair um tipo para ir fumar.. Só pensei.. Este tipo é louco :D
Reconheço que já tive mais motivação para me levantar de manhã do que a que tenho atualmente, mas são fases..

Certamente era eu, embora existem uns outros quantos que se prestam a essas coisas.
 
#23
O que fiz, seja esta SR como outros BRM's como o PBP (Paris-Brest-Paris, o PAT (Portugal além Tejo) ou mais recentemente o MGM (Madrid-Gijon-Madrid), arrisco-me a dizer que é acessivel á maioria das pessoas deste forum, que andam com uma certa regularidade e tenham uma condição fisica regular, normal de que anda de bicicleta.
Acho que falta aí a travessia da N2 feita de estalo com outros dois estarolas randonneiros (creio ter lido aqui o referido relatório e contas).

Valeu a pena esperar este tempo todo para ler a tua bela crónica e imaginar (só imaginar) a beleza e dureza do pedalado.

Parabéns Valter, um abraço.