Rodas para travão disco : condenadas ao fracasso !

#1
Pois é , já se esperava que não existiam milagres , o poder das marcas de rodas fracassaram e vão ter de repensar a porcaria que idealizaram para o efeito , bike de estrada !

Metam lá isso nas lamas e deixem a estrada em paz !



:confused:

Não comprem !
 
#4
Há um gajo que se aleija num disco, a UCI retira os discos e de repente anda "toda a gente" a dizer que afinal os discos são uma *****.

Nossa Senhora de Fátima!!!
 
#5
Típico! Antes do acidente toda a gente queria ter, agora todos condenam... Ja diziam os da weasel "Todos criticam o telemóvel do vizinho, mas todos queriam ter um igualzinho!"
 
#6
Há um gajo que se aleija num disco, a UCI retira os discos e de repente anda "toda a gente" a dizer que afinal os discos são uma *****.

Nossa Senhora de Fátima!!!
Eu ainda não vi aqui ninguém que tenha " virado a casaca ", ou seja que tenha preferência por discos, e que após o que aconteceu tenha mudado de opinião...

Nesse aspecto tem estado bastante equilibrado...

Acho que, quem não gostava antes mantém a sua opinião agora, assim como quem já antes tinha preferência, continua a preferir discos a travões convencionais, até porque se concluiu de forma saudável e bem discutido que para o "Average Joe" os discos são benéficos face a travagem dos calliper convencionais...

Não sei qual o motivo desse Desabafo inoportuno...

Acho até que há aqui users que sabem muito bem o que querem e com bastante personalidade... Com ou sem discos... ( alguns ), porque outros...

Só sabem comentar o que não interessa, o que não ajuda as discussões... Sem contributo algum, para a comunidade do fórum, autênticos abutres de discussões... Como o que acabei de ler acima...

"Em casa onde não ha pão, todos ralham e ninguém tem razão"

Grande abraço...
 
#7
LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL

Afinal a culpa disto tudo é das marcas de rodas!!!!!! ;)
Lol... Sim está mal explicado em cima...

As rodas também... No entanto a maior delas todas não são de facto as rodas... São os componentes... Mecânicos...grupos, (que incluem rodas) assim como fabricantes de quadros... Ou seja toda uma indústria de ciclismo a apontar numa direcção inversa ao mercado de ciclismo a tentar criar pirâmide comercial, mas com a última parte tenho de concordar, sem esforço, para mostrar algo "novo" porque de novo não há nada, são pura e simplesmente componentes de Btt adaptados a estrada...

O bom disto é que de facto os fara pensar e repensar e quando voltarem "mais bem preparados " com algo realmente novo ou de inovativo, feito a pensar na estrada... O tal respeito que acho que merecemos...

Grande abraço...
 

MigC77

Well-Known Member
#8
Alberto, já agora explico melhor porque é que me deu vontade de rir… Não para ti porque obviamente percebeste perfeitamente ;)

Primeiro porque como muito bem acabaste de explicar os principais impulsionadores desta tecnologias são as Shimano, SRAM, e as marcas de bicicletas… as rodas obviamente vão por arrasto.

Da minha experiência. Porque ao contrário de muitos, quando falo, falo porque tenho a experiência ou o conhecimento para o fazer… Até considero que a industria das rodas não “abraçou” esta tecnologia… Digo isto porque há uns meses atrás tive que comprar rodas de disco para a montagem de uma gravel bike e também andei a ver rodas de discos para uma de estrada. O que vos posso dizer é que a escolha é bastante limitada, comparativamente com as opções que existem para rim brakes… Muitas delas, sobretudo se quisermos uma rodas de “combate”, ou seja em alumínio, baratas e resistentes para usar no dia a dia, não passam de adaptações das versões de rim brake. Ou seja, trocam os cubos (espero eu) mas mantém o aro! Disfarçam pintando o aro para que a pista de travagem não seja tão visível. Ainda assim há marcas que efectivamente lançaram rodas pensadas de raiz para os discos: mais largas para permitir pneus de maior volume, sem pistas de travagem e com cubos especificos... para dar um exemplo a DT Swiss e há mais umas quantas... Mas do meu ponto de vista, as marcas de rodas estão longe estar a "promover" o uso dos discos.

Por esse motivo achei piada que se dissesse que as rodas é que estão a fazer lobby ;)

Como o Alberto também referiu e concordo, a discussão até se tem mantido “equilibrada”, à excepção de alguns comentários fora de tom, que normalmente são feitos desde a ignorância e a falta de experiência. Se querem criticar qualquer coisa, façam-no mas tendo a experiência necessária e conhecimento para o fazer! Agora quem nunca pedalou numa bicicleta de estrada com discos ou quem nem sequer sabe como é que uns discos “trabalham” ou devem ser mantidos, vir “cagar sentenças” como se fossem grandes entendidos… poupem-me!

Abraço
 
#9
não é preciso ter muita experiência com discos em rodas de estrada, no meu caso (que não gosto de ver os discos) perguntei-me:

alguma vez achei que me faltava poder de travagem? não. então a resposta foi óbvia

e sim, já desci o montejunto em dias de chuva e podia - com discos - ter descido mais depressa, mas o meu problema mesmo foi chegar lá acima.
 
#11
Nas provas de btt tambem ha pessoas que se aleijam nos discos... Mas o btt nao abandonou o disco... Porque será que agora pensam nisso? Pdera ser alguma manobra das marcas ou é mesmo pra pensar no bem estar do atleta?
 

cutkiller

Well-Known Member
#12
Nas provas de btt tambem ha pessoas que se aleijam nos discos... Mas o btt nao abandonou o disco... Porque será que agora pensam nisso? Pdera ser alguma manobra das marcas ou é mesmo pra pensar no bem estar do atleta?
O btt é diferente do ciclismo de estrada.. Acho que não se pode comparar um e outro!
 
#13
Foi coisa que eu nunca vi grande futuro nas provas de estrada, pelas seguintes razões:

1 - Os travões convencionais são mais do que suficientes, nunca vi ninguém a ficar sem travões.
2 - Se com os convencionais consegue-se meter a bicicleta a derrapar, imagino com travões de disco o fartote que ia ser
3 - Mudanças de rodas mais demoradas, para além de complicar a vida a apoios neutros
4 - Afinação/aliviar a travagem impossível
5 - Se fosse preciso com aquecimento, começam os "txim txim" a roçar nos calços, ou seja, ali meia-duzia de watts perdidos, para os prós é capaz de ser chato
6 - Sprints, em que as rodas sofrem umas forças terriveis, deve existir sempre alguma torção e com ela "txim txim"
7 - Os perigos nas quedas em massa, é que para além de parecerem facas, aquilo se for preciso ainda está a escaldar, cortes e queimaduras...
8 - Comparar ciclismo de estrada com btt/ciclocross nao faz qualquer sentido, provas de estrada 99% da malta circula em pelotão ou em grupos grandes, nas restantes normalmente isso não acontece, para não falar nas velocidades que se atingem no ciclismo de estrada
9 - A questão da protecção do disco,tem contras, aerodinâmica, quando tudo se faz para ganharem segundos, depois dependendo da protecção, eram mais umas gramas extras, para além de que devia ser mais uma coisa a complicar a mudança rápida de roda...
 

MigC77

Well-Known Member
#14
Foi coisa que eu nunca vi grande futuro nas provas de estrada, pelas seguintes razões:

1 - Os travões convencionais são mais do que suficientes, nunca vi ninguém a ficar sem travões.
2 - Se com os convencionais consegue-se meter a bicicleta a derrapar, imagino com travões de disco o fartote que ia ser
3 - Mudanças de rodas mais demoradas, para além de complicar a vida a apoios neutros
4 - Afinação/aliviar a travagem impossível
5 - Se fosse preciso com aquecimento, começam os "txim txim" a roçar nos calços, ou seja, ali meia-duzia de watts perdidos, para os prós é capaz de ser chato
6 - Sprints, em que as rodas sofrem umas forças terriveis, deve existir sempre alguma torção e com ela "txim txim"
7 - Os perigos nas quedas em massa, é que para além de parecerem facas, aquilo se for preciso ainda está a escaldar, cortes e queimaduras...
8 - Comparar ciclismo de estrada com btt/ciclocross nao faz qualquer sentido, provas de estrada 99% da malta circula em pelotão ou em grupos grandes, nas restantes normalmente isso não acontece, para não falar nas velocidades que se atingem no ciclismo de estrada
9 - A questão da protecção do disco,tem contras, aerodinâmica, quando tudo se faz para ganharem segundos, depois dependendo da protecção, eram mais umas gramas extras, para além de que devia ser mais uma coisa a complicar a mudança rápida de roda...
Caro jnap,

Tinha prometido a mim mesmo que não iria continuar a “defender” os travões de disco. Até porque na competição de estrada, concordo que os riscos não compensam… e as vantagens não são claras para não dizer que serão quase inexistente dado o material utilizado pelas equipas profissionais e os skills dos ciclistas. E ao estar constantemente a defender um conceito posso estar a passar uma ideia errada acerca da minha posição e linha de pensamento. Como já afirmei de estrada tenho várias bicicletas com ambos tipos de travões de diferentes gamas e para certas circunstancias sem dúvida que prefiro os rim brakes e para outras prefiro os travões de disco. É uma questão de escolher a bicicleta que melhor se ajusta ao tipo de volta que conto fazer.

Também já afirmei, até antes do incidente da Paris-Roubaix, que as soluções de travões de discos que existiam hoje em dia para estrada estão muito longe de serem definitivas e que ainda há um longo caminho para percorrer a vários níveis… Digo mais! Pode até ser que a evolução dos rim brakes de estrada nem sequer passe pelos discos!

No entanto como alguns dos seus argumentos no que toca aos discos estão errados vou comentar…

4 - Portanto acha realmente que a afinação nos travões de disco não é possível??? Deixe-me que lhe diga que em termos de afinações é igual ou até mais fino que nos rim brakes. Já para não falar da capacidade de modulação dos comuns travões hidráulicos. Algo que só encontrará parecido em travões de topo de calipers (Dura-Ace. Red, etc…)

5, 6 - Os travões de discos são usados há décadas em provas de btt… até parece que nessas provas os watts não são importantes ou que as rodas não sofrem forças torcionais… Posso-lhe garantir que em btt com material de topo, bem mantido e bem afinado, não há “txim txim” devido aos discos estarem a roçar nas pastilhas nem os componentes das rodas “torcem” (neste caso estaríamos a falar apenas de cubos e eixos porque o aro não tem capacidade de empurrar o disco!) ao ponto de provocar esse roçamento. Não acredito que o material de estrada usado em competições de elite seja inferior ou caso viessem a ser usados os discos essas questões não fossem acauteladas!

9 - O principal inconveniente da protecção dos discos não se prende com nada do que acabou de referir mas sim o arrefecimento dos mesmo. Uma protecção iria sempre dificultar o arrefecimento, questão fundamental ao funcionamento óptimo dos mesmos.

Aceito e concordo que esta solução pode não ser a melhor para a vertente de estrada… Mas custa-me ouvir os disparates que se tem dito em relação à tecnologia em si. Lembrem-se que isto já se usa em btt há várias décadas! Às vezes parece-me que estamos a falar de uma tecnologia que surgiu há meia dúzia de meses e que ainda não evoluiu.

My 2cents
 
#15
Eu pouco percebo da matéria...
Mas só para clarificar melhor o meu ponto de vista, em relação aos pontos enumerados.

Ponto 4, o que eu falo, é aquelas situações que um gajo tem de abrir a ferradura para poder continuar a andar, sem necessitar de assistência para desenrascar a situação, tipo um empeno minimo, em que basta aligeirar a patilha do travão ou desafinar para a roda não ir a tocar em lado nenhum, e isto é feito em movimento sem precisar de assistência...
Em relação ao ponto 5 e 6, os watts são importantes é claro, mas numa prova de btt são raras as situações que as decisões são sobre a linha de meta, sprintes, em que qualquer factor que faça perder ali uns milésimos de segundo é tido em conta, em que por vezes só o recurso ao foto finish é que se detecta o vencedor, e que existem não só para o vencedor, mas por vezes para outros lugares 1 do pelotão, top 10,etc. Ou seja, temos pelo menos uma mão-cheia de ciclistas, com potencias acima dos 1200/1300 watts... Isso no btt nunca acontece, o mais normal é existirem diferenças de minutos entre os primeiros, salvo raras excepções, e a existirem sprints, devem ser raros os que utilizem tanta força, que se façam tal como nas condições que os referimos na estrada, isto pela especificidade do btt...
Em relação ao ponto 9, nem sequer me tinha lembrado disso... Ou seja, mais um ponto a somar contra :)

Eu nunca disse que estava contra, simplesmente da maneira que está, tal como disse, não vejo grande futuro...

CUmpts
Boas Pedaladas

Cumpts
 

MigC77

Well-Known Member
#16
Ok, já percebi ao que te referes no ponto 4. Mas já agora, pensa assim, numa roda normalmente o que empena é o aro e nos rim brakes esse empeno pode forçar a que se tenha que fazer o que referes. Agora pensemos no caso dos travões de disco, normalmente um ligeiro empeno do aro não deverá afectar a trajectória do disco ao ponto de que roce nas pastilhas… Em qualquer um dos casos se o empeno for significativo, a solução tem que ser mesmo trocar a roda!

As rodas, assim como os quadros, usadas ao mais alto nível estão mais do que preparadas para aguentar essas forças torcionais sem vergar… Aliás repara que para afectar a rotação de um disco terias que conseguir vergar o eixo e o cubo, o que é muuuuitooooo difícil pois são as zonas mais rígidas da roda.

No que toca as diferenças que referes entre modalidades tens razão no que afirmas. Mas o material está mais do que preparado para suportar “os rigores” de ambas as disciplinas. ;)

Abraço
 

JPLopes_73

Well-Known Member
#17
Boas ... pesquisando por GRAVEL ... vim aqui ter ... só havia mesmo mais um topico com isso e era de uma montagem nova ...
Só para deixar a história de dois malucos nos alpes italianos na aventura JEROBOAM 300