Grande Prémio Crédito Agrícola Costa Azul

#1
"Pedro Lopes (CC Loulé-Louletano) venceu isolado, na chegada a Setúbal, a 1ª etapa do Grande Prémio Crédito Agrícola Costa Azul. Depois de uma fuga de 100 km, com mais dois corredores, o rolador algarvio ganhou vantagem nos derradeiros quilómetros da etapa, já na descida do Alto da Arrábida, o que lhe permitiu vestir a primeira camisola Amarela da competição.

Após várias tentativas no início da etapa, ao quilómetro 42 formou-se o trio que viria a protagonizar a fuga do dia, fizeram companhia a Pedro Lopes (CC Loulé-Louletano), Márcio Barbosa (LA-Rota dos Móveis) e Joel Lucas (Bretescar-Sporting). Os fugitivos atingiram a maior diferença de tempo, 9 minutos e 15 segundos, ao Km 92.

A Liberty Seguros foi a primeira equipa a tentar contrariar a vantagem dos corredores da dianteira, substituída à vez pelas demais formações em prova. O trio da dianteira sobreviveu, já no final da etapa, ao Alto da Arrábida e à pressão do pelotão, mas nos derradeiros quilómetros Pedro Lopes isolou-se na frente e os companheiros de fuga foram alcançados. O corredor do CC Loulé-Louletano acabou por triunfar na chegada a Setúbal de onde partira o pelotão de 110 corredores, representando 15 equipas.

Satisfeito, mas surpreendido com a vitória, Pedro Lopes não esperava vencer a etapa inaugural do Grande Prémio Crédito Agrícola Costa Azul, “depois da Volta tive muitos dias de descanso e andei muito pouco de bicicleta. Durante a corrida vi uma oportunidade e não a desperdicei. Não sei como vou manter a Amarela, mas o importante é ter vestido a primeira”.

Para além da Camisola Amarela Crédito Agrícola, Pedro Lopes venceu o Prémio da Combatividade e acumula a liderança na geral por pontos. João Pereira, em representação da Selecção Nacional, enverga a Camisola Laranja Ford da Juventude e Márcio Barbosa (LA-Rota Móveis) lidera a Montanha vestindo a Camisola Verde Jogos Santa Casa.

2ª Etapa – 4 Setembro
Sines – Sines (170,5KM)
A segunda etapa, sexta-feira, será a mais longa com 170,5 km. A partida será dada em Sines e haverá passagens por Sonega, Ourique e Santiago do Cacém antes de o pelotão regressar ao ponto de partida. A morfologia do terreno neste dia não apresenta qualquer inclinação digna de ser considerada para o prémio da montanha."


Fonte: www.pad.pt

O grupo de fugitivos no prémio de montanha


O pelotão a cerca de 30 segundos dos primeiros


A serra da Arrábida a obrigar a um esforço intenso por parte dos ciclistas


Estas fotos foram tiradas por mim. Em http://fotos.sapo.pt/paulo_mpm/playview/16 estão as restantes fotos que tirei.

Boas pedaladas a todos.
 
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#2
Boas.

"Bruno Lima venceu, esta sexta-feira, ao sprint, a 2ª etapa do Grande Prémio Crédito Agrícola Costa Azul. O corredor da Madeinox-Boavista colocou-se bem numa renhida chegada a Sines e levou a melhor sobre os adversários. Samuel Caldeira (Palmeiras Resort – Prio) e Manuel Cardoso (Liberty Seguros) cruzaram a meta em segundo e terceiro lugares, mas foram punidos pelo Colégio de Comissários com mais um minuto por terem chegado “a vias de facto” já no final da etapa.

Para o poveiro Bruno Lima “Hoje era o Dia D! A etapa era ideal para as minhas características. Acabámos por conseguir a vitória e amanhã vamos fazer tudo para que aconteça o mesmo.” A vitória do corredor axadrezado em nada alterou a classificação geral e a Camisola Amarela continua a ser de Pedro Lopes (CC Loulé - Louletano). Com a penalização de Manuel Cardoso e Samuel Caldeira sobem na classificação Daniel Mestre (Palmeiras Resort – Prio) e Rui Costa (Selecção Nacional) respectivamente a 16 e 20 segundos do líder.

De mais uma longa fuga, encetada ao quilómetro 40, se fez a história desta segunda etapa. Os protagonistas do dia foram nove corredores: Sérgio Paulinho e Rui Costa (Selecção Nacional), Pablo de Pedro (CCLoulé-Louletano), Vítor Rodrigues (Liberty Seguros), Tiago Machado (Madeinox-Boavista), Mário Costa (Barbot-Siper), Alcides Almeida (Sta. Mª Feira-E’Leclerc), Alejandro Marque e Nelson Victorino (Palmeiras Resort-Prio). Quase 8 minutos foi a vantagem máxima que o grupo da frente conseguiu para o pelotão comandado pela equipa do Camisola Amarela, o Centro de Ciclismo de Loulé. Na frente foi o internacional Sérgio Paulinho (Selecção de Portugal) que assumiu desde cedo as despesas da corrida.

Quando o grupo da frente já vinha a perder tempo para o pelotão, Mário Costa (Barbot-Siper) atacou e viria a ser apanhado apenas a 6 Km da chegada o que lhe mereceu o Prémio da Combatividade Crédito Agrícola Costa Azul. Já no final da tirada, e com o pelotão agrupado, foi a vez da Liberty Seguros e da Madeinox-Boavista trabalharem para melhor posicionar os sprinters.

Na dança das camisolas, Alcides Almeida (Sta. Mª Feira-E’Leclerc) enverga agora a Camisola Laranja da Juventude e Manuel Cardoso (Liberty Seguros) a Branca dos Pontos. Márcio Barbosa (LA-Rota Móveis) é o portador da Camisola Verde da Montanha.


3ª Etapa – 5 Setembro

Santiago do Cacém – Santiago do Cacém (132,7KM)

As duas etapas que se seguem, mantendo o mesmo figurino de partida e chegada ao mesmo local, terão um formato ligeiramente diferente das que ficaram para trás. Este sábado Santiago do Cacém será palco do início e fim da terceira etapa, a mais curta da prova, com 132,7 km. O percurso fará três grandes voltas com passagem por Vila Nova Santo André e pela meta final instalada em frente à Câmara Municipal de Santiago do Cacém."


Fonte: http://www.pad.pt
 
#5
Boas

Ontem não me foi possível actualizar o post.

Cá fica o resumo da etapa de hoje onde o nosso grande Rui Costa foi o grande vencedor (apesar de ter terminado a etapa em segundo), tendo ganho o Grande Prémio Crédito Agrícola da Costa Azul.

"Alejandro Marque (Palmeiras Resort-Prio) venceu isolado o último dia de competição, em Grândola, mas na contabilidade final do Grande Prémio Crédito Agrícola Costa Azul o lucro maior foi de Rui Costa.
O jovem de 22 anos, em representação da Selecção Nacional, foi segundo classificado na “Vila Morena”, mas sem os mais directos adversários por perto, garantiu a vitória.

Uma fuga iniciada ao quilómetro 30 com duas dezenas de corredores acabou por ser decisiva nesta 4ª e última etapa. Pedro Lopes (CC Loulé – Louletano), líder desde o primeiro dia da competição, não integrou o grupo e chegou a Grândola mais de um minuto depois do vencedor, o espanhol Alejandro Marque (Palmeiras Resort – Prio) que deixou para trás os companheiros de fuga a cerca de 30 quilómetros da chegada. Com este atraso o algarvio perdeu as hipóteses de manter a Camisola Amarela e vencer o prémio. Tiago Machado (Madeinox/Boavista) tinha saído para a derradeira etapa à frente de Rui Costa na classificação, mas apesar de integrar a fuga não entrou nas bonificações e teve de se contentar com o terceiro lugar na competição.

Para Rui Costa esta “acabou por ser uma vitória inesperada. O meu objectivo concreto era apenas rodar na frente para saber até onde podia ir. Tenho vindo a fazer um trabalho específico tendo em vista a participação no Campeonato do Mundo e ganhar esta prova realmente não fazia parte das minha contas mas, no fim, acabei por estar na discussão da corrida e soube bem este triunfo”.

Márcio Barbosa (LA-Rota Móveis) venceu duas das três contagens de montanha do dia e consolidou a Camisola Verde de melhor trepador que já envergava, enquanto Manuel Cardoso (Liberty Seguros) venceu a geral por pontos e arrecadou a Camisola Branca. Fábio Palma (Crédito Agrícola) garantiu nesta última etapa o Prémio da Juventude ao terminar a corrida na nona posição. Colectivamente venceu a formação do homem que triunfou nesta última a etapa, o Palmeiras Resort-Prio."


fonte: http://www.pad.pt

Paulo Murça -> Vindo de Azeitão faz-se a subida por onde passou a primeira etapa do Grande Prémio da Costa Azul. Normalmente faço-a já no fim das minhas voltas, de maneira a terminar em Setúbal. Quando quero incluir a Serra da Arrábida mais ao menos a meio das minhas voltas opto por vir por Setúbal em direcção ao Portinho da Arrábida e daí fazer a subida até ao topo da serra.
A subida feita a partir do Portinho pode ser divida em duas partes: A primeira desde o cruzamento do Portinho até ao cruzamento da estrada que vai para Azeitão (é a subida da mata do solitário). Nesta parte da subida o início é suave mas à medida que os metros vão passando a inclinação também vai aumentando, sendo a parte mais dura constituída pelos 400 metros finais com inclinação média de 11% (total da subida é de 6%) ; a segunda desde o cruzamento da estrada que vai para Azeitão até ao topo da serra (local onde estava colocada a meta de montanha da primeira etapa). Nesta parte da subida as complicações começam pouco depois da entrada do convento da Arrábida onde a inclinação máxima anda à volta dos 10/11%.

Quando vieres para estas bandas avisa aqui no fórum que terei todo o gosto em vos acompanhar.

Cumprimentos,

Paulo Santos
 
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