Afinal não é só a justiça portuguesa que não vale um chavo

#2
Ah pois é,parece que não somos os únicos a ser hipócritas e incompetentes...Mas digam-me, traficar e auxiliar no tráfico de drogas(medicamentos) com o intuito de promover dopagem ,não é similar a ser traficante de estupefacientes? Ou será que há alguma distinção/barreira moral?Fica para os entendidos ,pois eu cá ou sou vesgo ou não consigo discernir nenhuma diferença.Gostava de saber se alguém tivesse padecido de mal maior(lesão grave ou morte)se a decisão seria diferente?Se calhar tomar drogas,como se tivéssemos a tomar uns mentos,ou refrescar o nosso sangue não possa provocar males maiores?Pelos vistos na Áustria e em Portugal não.....
 
#3
http://www.cyclingnews.com/news/matschiner-reveals-blood-doping-techniques

Parece que o tal senhor vai lançar um livro sobre o modo como ajudava os atletas a doparem-se. Mas há algo bastante interessante nas afirmações dele e que, no fundo, não deixa de ter a sua razão. São os seguintes parágrafos:

"Matschiner argues that blood doping is healthier than taking EPO or nothing at all, considering the physical effort required during the Tour de France.

"You're doing your body a service. It's nothing anybody could cry about," he said.

"With the performances they have to bring every day in a three-week race it's really not an issue.

"You go in with 45 and come out with 37. Don't tell me that's healthy. But if you substitute a little blood, you go from 45 and 43.""

No fundo, a "aditivação" do atleta com sangue novo quando o corpo esta´de rastos por causa do esforço talvez até seja mais saudável do que simplesmente não tomando nada. Por muito boa recuperação que se consiga fazer de um dia para o outro, é impossível recuperar a 100%.