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PSD quer tornar obrigatório uso capacete nas trotinetes e bicicletas elétricas

armenioga

Member
Eu também concordo. Ainda à uns dias atras, um miudo de 14 anos morreu em Mangualde vitima de um acidente de trotinete. O miudo vinha abrir numa descida, perdeu controle e bateu em cheio no alcatrão, ja não acordou mais. Ainda foi para o hospital, mas ja saiu basicamente morto dali. Um choque para familia, vizinhos e outros..
 

Davidoff

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Outra vez esta história :( se disserem que a obrigação é para trotinetas que andam a mais de 25 km ainda percebo.
 

nunoaomaia

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Se soubessem a quantidade de gente que todas as semanas vai para o hospital com a cabeça rachada à conta das trotinetes...
Tenho um amigo que caiu numa daquelas que se aluga e lá foi ele de ambulância todo ensanguentado com a cabeça aberta. Foi o Inem que o foi buscar e disseram-lhe isso mesmo, é raro o dia que não transportam pessoas no mesmo estado.

Acredito que uma medida destas ajude a reduzir estes casos e consequentemente reduza o uso de meios utilizados.
 

{the_crow}

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E para alem do capacete... todas as trotinetas deviam ter era uma camarazinha incorporada para filmar qtas pessoas la vao em cima... é rara a vez que nao andam aos pares em cima daquela porra :X
 

Aslume

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Também há um perigo diário que o Marco Chagas comentou num programa, que.sao os entregadores de comida que andam em bicicletas que são autênticas scooters e que andam à noite sem qualquer tipo de iluminação e refletores. Nem sei se há dados de acidentes com este tipo de transportes
 

armenioga

Member
Eu quando ando de bicicleta, costumo passar na estrada por um rapaz que vem de trotinete, o miúdo passa por mim abrir, sem capacete, com mochila as costas. Ja uma vez quando ia de carro, numa curva apanhei susto, o gaiato vinha abrir e vinha no meio da estrada, tive travar e ele nem sequer abrandou, siga caminho..
 

nmt

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O que era preciso era fiscalização para obrigar ao cumprimento do código da estrada, trotinetes apenas com um utilizador, que não ultrapassem os 25 km/h, a circularem na via pública como estipulado no CE, scooters elétricas com a velocidade restringida, com seguro e com uso de capacete. Ambas com iluminação e refletores à noite. Não adianta de nada mudar o CE se depois a fiscalização for inexistente, como o é hoje em dia...
 

pratoni

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O que era preciso era fiscalização para obrigar ao cumprimento do código da estrada, trotinetes apenas com um utilizador, que não ultrapassem os 25 km/h, a circularem na via pública como estipulado no CE, scooters elétricas com a velocidade restringida, com seguro e com uso de capacete. Ambas com iluminação e refletores à noite. Não adianta de nada mudar o CE se depois a fiscalização for inexistente, como o é hoje em dia...
Ora nem mais
 

armenioga

Member
O que era preciso era fiscalização para obrigar ao cumprimento do código da estrada, trotinetes apenas com um utilizador, que não ultrapassem os 25 km/h, a circularem na via pública como estipulado no CE, scooters elétricas com a velocidade restringida, com seguro e com uso de capacete. Ambas com iluminação e refletores à noite. Não adianta de nada mudar o CE se depois a fiscalização for inexistente, como o é hoje em dia...
Sim, sem fiscalizacao, lei vale bola..
 

armenioga

Member
Vai ser mais uma lei para juntar na gaveta de leis que não mudam nada porque não há fiscalização nem vontade de aplicar.

Como as multas por atirar beatas para o chão e ver a quantidade nojenta de beatas que encontramos no chão.
Essa das beatas é aberrante. Vejo pessoas com cinzeiros a frente na mesa e atiram pro chão. Antes por lei, é mudar mentalidades..
 

saikocandy

Active Member
O facto de passar a haver lei acaba por dar enquadramento legal quando acontecem "azares", mesmo que ela não seja fiscalizada no dia-a-dia. Depois os paizinhos também podem começar por fazer o trabalho de casa e educar os seus filhos para cumprirem a lei. Eu quando andava de mota em puto não havia cá capacetes no cotovelo, nem andar de mota sem capacete, mas gerações anteriores era na boa. O mesmo para as bikes. As coisas mudam, as vezes é preciso um empurrãozinho legal...
 

armenioga

Member
O facto de passar a haver lei acaba por dar enquadramento legal quando acontecem "azares", mesmo que ela não seja fiscalizada no dia-a-dia. Depois os paizinhos também podem começar por fazer o trabalho de casa e educar os seus filhos para cumprirem a lei. Eu quando andava de mota em puto não havia cá capacetes no cotovelo, nem andar de mota sem capacete, mas gerações anteriores era na boa. O mesmo para as bikes. As coisas mudam, as vezes é preciso um empurrãozinho legal...
Muitas vezes pais são os primeiros a não cumprir a lei..
 

cconst

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SOIGNEUR
O facto de passar a haver lei acaba por dar enquadramento legal quando acontecem "azares", mesmo que ela não seja fiscalizada no dia-a-dia. Depois os paizinhos também podem começar por fazer o trabalho de casa e educar os seus filhos para cumprirem a lei. Eu quando andava de mota em puto não havia cá capacetes no cotovelo, nem andar de mota sem capacete, mas gerações anteriores era na boa. O mesmo para as bikes. As coisas mudam, as vezes é preciso um empurrãozinho legal...
sim, para haver enquadramento, para quando algum commuter for albarroado por um ligeiro, a seguradora ter por onde pegar para se escusar a pagar despesas. É aqui que que entra esse tipo de legislação.

O objetivo do PSD é claro: é dar mais valor a quem dá mais votos: aqueles que vêm com asco os utilizadores de bicileta e trotineta a não ficarem parados no transito e a terem impunidade total no cumprimento das regras de trânstio: a maioria dos condutores! É uma media popular. As minhas visitas nas redes sociais, cada vez mais mostram essa polarização e cada vez mais pessoas - mesmo utilizadoras ocasionais de bicicletas - concordam com este tipo de medidas (e mais! Matriculas para as bikes e seguros obrigatórios?! - notem que o PSD já mandou o barro à parede com mais uma para as seguradores: o seguro obrigatório para as casas, por causa das tempestades!).

Desculpem a politização do tema.

Nota em tom de desabafo: até eu que considero que sempre fui uma pessoa ponderada e razoável, tentando ver ambas as faces da moeda, começo a ficar contagiado e polarizado.
 

fernandes_85

Well-Known Member
Portugal é dos países europeus com piores números na sinistralidade rodoviária, sobretudo em meio urbano. Existem muitos estudos e dados acerca disso e das causas/intervenientes e exemplos de cidades do que fazer para melhorar os números e a segurança de todos.
Esta medida - somente aplicável a trotinetes elétricas - que já são limitadas por lei e não a todas as trotinetes, em nada resolve esta triste realidade, como aliás nós que andamos de bicicleta com capacete, seguro e luzes refletoras de dezenas de euros bem sabemos....
Simplesmente destina-se a manter o status quo e a discussão omitindo o "elefante na sala", vai dar um contributo ao nível dos cronômetros para peões nos semáforos em Lisboa...
 

fernandes_85

Well-Known Member
Portugal é dos países europeus com piores números na sinistralidade rodoviária, sobretudo em meio urbano. Existem muitos estudos e dados acerca disso e das causas/intervenientes e exemplos de cidades do que fazer para melhorar os números e a segurança de todos.
Esta medida - somente aplicável a trotinetes elétricas - que já são limitadas por lei e não a todas as trotinetes, em nada resolve esta triste realidade, como aliás nós que andamos de bicicleta com capacete, seguro e luzes refletoras de dezenas de euros bem sabemos....
Simplesmente destina-se a manter o status quo e a discussão omitindo o "elefante na sala", vai dar um contributo ao nível dos cronômetros para peões nos semáforos em Lisboa...
 

cconst

Well-Known Member
SOIGNEUR
@fernandes_85 , só pelo título da notícia, já me revejo.

(quase) Nada é feito, em especial nas cidades, para dar segurança aos mais vulneráveis. E quando é feito, é-o no sentido de segregação, isto é, retirando direitos aos mais vulneráveis e aqueles a quem a cidade deveria servir!

Faz algum sentido reservar-se tanto espaço público para o automóvel, que passa mais de 90% do tempo parado? Faz algum sentido Faz algum sentido o temporizador de 30 segundos nas passadeiras, causando stress a pessoas com mobilidade reduzida? Faz algum sentido haver caça à multa a viaturas sem pagamento ou dístico, mas estacionamentos nos passeios e passadeiras serem aceites? Faz algum sentido em vias estreitas, prever-se estacionamento em vez de se alargar os passeios para que sejam aptos a pessoas com mobilidade reduzida? Faz algum sentido ocupar passeios com parquímetros (em especial em passeios com menos de 1m de largura)?

No fundo o que se está a fazer é aceitar que os peões (e utilizadores de mobilidade suave) são na sua maioria cidadãos de 2ª ou 3ª porque não estão num veículo!

Epah, este tema para mim é um tema sensível. Tenho carro, mota e bicicleta. Movimento-me na cidade maioritariamente de mota.. Mas estou desejoso que chegue o dia em que o escritório muda para uma localização a cerca de 6km de casa para poder usar a bicicleta ou transportes públicos (onde estou atualmente, apesar de haver transportes públicos, o tempo de commute, devido ao transito automóvel privado, é demasiado grande para os transportes públicos serem opção).

Custa-me mesmo ver as coisas a irem neste sentido. E estas obrigaçõzitas da treta apenas irão fazer com que menos pessoas usem as trotinetas e bicicletas partilhadas. (é uma forma de limpeza... há quem lhes chame praga...)
 

armenioga

Member
sim, para haver enquadramento, para quando algum commuter for albarroado por um ligeiro, a seguradora ter por onde pegar para se escusar a pagar despesas. É aqui que que entra esse tipo de legislação.

O objetivo do PSD é claro: é dar mais valor a quem dá mais votos: aqueles que vêm com asco os utilizadores de bicileta e trotineta a não ficarem parados no transito e a terem impunidade total no cumprimento das regras de trânstio: a maioria dos condutores! É uma media popular. As minhas visitas nas redes sociais, cada vez mais mostram essa polarização e cada vez mais pessoas - mesmo utilizadoras ocasionais de bicicletas - concordam com este tipo de medidas (e mais! Matriculas para as bikes e seguros obrigatórios?! - notem que o PSD já mandou o barro à parede com mais uma para as seguradores: o seguro obrigatório para as casas, por causa das tempestades!).

Desculpem a politização do tema.

Nota em tom de desabafo: até eu que considero que sempre fui uma pessoa ponderada e razoável, tentando ver ambas as faces da moeda, começo a ficar contagiado e polarizado.
Matricula para bikes e aberração autêntica
 
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