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Grandíssima 2025

Bruso

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SOIGNEUR
No caso do Maurício não sei de nada...a não ser que ele não está andar um Car**ho desde 2022/23. No caso do Delio, pelo que li houve anomalia e suspensão da UCI preventivamente - https://observador.pt/2025/07/24/ci...amente-por-anomalias-no-passaporte-biologico/ A questão que colocava é as comunicações virem a público pelos meios de Comunicação Social, e não se sabe as fontes dessas comunicações.

Embora seja a UCI a suspender provisoriamente, eu não encontrei nenhum documento online sobre essa suspensão provisório nas entidades competentes UCI/ADOP. Se há alguém que controla os atletas e os suspende, deveriam ser eles a fonte da divulgação dessa suspensão. Só digo isto, em termos de comunicação, é o que deveria ser feito. Ser as entidades que controlam a publicarem as suspensões.
Claro, concordo contigo. Se houver suspensão poderia ser tornado publico. Mas há o direito à privacidade. No futebol houve um caso importante em Portugal onde se levantou a hipótese de ter sido suspenso por doping devido à prolongada ausência sem grande justificação clínica - Pedro Gonçalves do Sporting.
 

Bruso

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xtpo

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Certo e errado. O problema é que os ciclistas são notificados de anomalias. Não é suspensão. Se não há suspensões preventivas não são as equipas que o vão fazer. Principalmente quando as anomalias foram noutra equipa. Tu contratas e pagas um atleta a peso de ouro para ser parte fundamental da Grandissima. Não faz sentido estares a suspender preventivamente esse ciclista. A ADOP ou suspende ou não suspende. Notificar por potenciais anomalias sem obrigação de suspensão não serve de nada.
Gostava de saber quem já teve anomalias no passaporte e saiu ilibado. É que no ano passado já se sabia dos 5 casos ali entre março a maio (não tenho a certeza da altura) mas os casos só são públicos a partir de outubro, nenhum se conseguiu defender em condições.
Deviam era fazer como o Délio que encostou logo a bicicleta e não andou a estragar a verdade desportiva, se ele quisesse ainda era capaz de conseguir adiar a suspensão até fazer a Volta.
 

jpacheco

Well-Known Member
Gostava de saber quem já teve anomalias no passaporte e saiu ilibado. É que no ano passado já se sabia dos 5 casos ali entre março a maio (não tenho a certeza da altura) mas os casos só são públicos a partir de outubro, nenhum se conseguiu defender em condições.
Deviam era fazer como o Délio que encostou logo a bicicleta e não andou a estragar a verdade desportiva, se ele quisesse ainda era capaz de conseguir adiar a suspensão até fazer a Volta.
Então basicamente a UCI suspende provisoriamente mesmo estando o inquerito aberto, enquando Adop só no final do inquérito estar fechado. Pelas duas listagens, a Adop ainda não publicou a sanção do Délio enquanto a UCI que controla o passaporte biológico emitiu de imediato essa sanção. Será isso? Esta morosidade e discrepância de tempo entre as aplicadas pela UCI e os controles e sanções aplicados pela Adop?

Confesso que precisava de um fluxograma para perceber como é que isto funciona desde os controles à aplicação das sanções e de como é que estas entidades funcionam uma com a outra.

https://www.uci.org/provisional-sus...lations-and-prohibited/3gHYcRAVfsd70IycOYqcSC
https://adop.pt/sancoes-disciplinares/
 

Bruso

Well-Known Member
SOIGNEUR
Então basicamente a UCI suspende provisoriamente mesmo estando o inquerito aberto, enquando Adop só no final do inquérito estar fechado. Pelas duas listagens, a Adop ainda não publicou a sanção do Délio enquanto a UCI que controla o passaporte biológico emitiu de imediato essa sanção. Será isso? Esta morosidade e discrepância de tempo entre as aplicadas pela UCI e os controles e sanções aplicados pela Adop?

Confesso que precisava de um fluxograma para perceber como é que isto funciona desde os controles à aplicação das sanções e de como é que estas entidades funcionam uma com a outra.

https://www.uci.org/provisional-sus...lations-and-prohibited/3gHYcRAVfsd70IycOYqcSC
https://adop.pt/sancoes-disciplinares/
Pois o problema está mesmo na burocracia. Não é justo pôr a responsabilidade nas equipas e ciclistas. A UCI e ADOP é que têm que criar um processo que impeça estas situações dúbias. O ciclista ou é suspenso ou não é suspenso.
 

Carolina

Well-Known Member
Então basicamente a UCI suspende provisoriamente mesmo estando o inquerito aberto, enquando Adop só no final do inquérito estar fechado. Pelas duas listagens, a Adop ainda não publicou a sanção do Délio enquanto a UCI que controla o passaporte biológico emitiu de imediato essa sanção. Será isso? Esta morosidade e discrepância de tempo entre as aplicadas pela UCI e os controles e sanções aplicados pela Adop?

Confesso que precisava de um fluxograma para perceber como é que isto funciona desde os controles à aplicação das sanções e de como é que estas entidades funcionam uma com a outra.

https://www.uci.org/provisional-sus...lations-and-prohibited/3gHYcRAVfsd70IycOYqcSC
https://adop.pt/sancoes-disciplinares/
Provavelmente depende do tipo controlo que o atleta falhou. Uma anomalia no passaporte é mais grave que ter um nível acima duma determinada substância, (o caso do Froome, por exemplo).
 

xtpo

Active Member
Então basicamente a UCI suspende provisoriamente mesmo estando o inquerito aberto, enquando Adop só no final do inquérito estar fechado. Pelas duas listagens, a Adop ainda não publicou a sanção do Délio enquanto a UCI que controla o passaporte biológico emitiu de imediato essa sanção. Será isso? Esta morosidade e discrepância de tempo entre as aplicadas pela UCI e os controles e sanções aplicados pela Adop?

Confesso que precisava de um fluxograma para perceber como é que isto funciona desde os controles à aplicação das sanções e de como é que estas entidades funcionam uma com a outra.

https://www.uci.org/provisional-sus...lations-and-prohibited/3gHYcRAVfsd70IycOYqcSC
https://adop.pt/sancoes-disciplinares/
Em nenhuma das listas aparecem os 5 suspensos no ano passado. Deve haver um atraso nas publicações online.

Mas em caso de passaporte biológico o ciclista pode justificar-se com uma doença, uma lesão ou outro qualquer motivo que posso alterar os resultados. Quando é controlo positivo não há muito para justificar.
 

NULL

Moderador
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SOIGNEUR
A mudança, neste caso em particular, é sempre de aplaudir. No entanto, pelo pouco que apurei, não me parece que essa mudança esteja a ir no bom caminho... vamos ver...
 

NULL

Moderador
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SOIGNEUR
Vejamos... li por aí que rescindiram contrato com a Pódium por incumprimento contratual... mas ao mesmo tempo li que o Joaquim Gomes iria para a estrutura da Federação. Mas então? Rescinde-se com a empresa e vai-se buscar o diretor da empresa para a federação para quê? Vai ser a Federação a organizar a Volta com o Joaquim Gomes a liderar o processo?

Não estou a perceber...

Há empresas em Portugal com conhecimentos e meios mais do que suficientes para subir o nível da Volta a Portugal, mas, receio que a federação não esteja a aproveitar esta oportunidade para o fazer. Era o momento certo.
 

jpacheco

Well-Known Member
A lei da sobrevivência e da continuidade...estão a lamber o rabo um do outro... ha falta de pagamento? Ok. Rescinde-se a FPC assume dívidas e tu vens trabalhar para FPC de "borla" (estou a especular, atenção)... vamos ver a novela, ainda agora está nos primeiros capítulos.
 

gfrmartins

Well-Known Member
SOIGNEUR



Relativamente ao comunicado da Federação Portuguesa de Ciclismo, dando por terminado com efeitos imediatos o contrato de concessão para a organização e exploração comercial da Volta a Portugal em Bicicleta, a Podium vem esclarecer:

1. A Podium ficou a saber desta decisão da FPC através de alguns dos nossos patrocinadores, que foram contactados pela FPC provavelmente já com intuitos comerciais. O que mostra falta de decoro e lealdade por parte da FPC.

2. Lamentamos profundamente esta postura da FPC: na pendência de negociações relativas à regulação de questões financeiras do contrato, declara a resolução do mesmo com base em alegado incumprimento da Podium.

3. A Podium organiza a Volta a Portugal desde 2001, e tem vindo, de forma contínua e devidamente fundamentada, a alertar a Federação para o impacto profundo e irreversível que a pandemia de Covid-19 e os escândalos de doping provocaram nas condições económicas ao contrato, e que alteraram de forma substancial e permanente a matriz de equilíbrio e proporcionalidade do mesmo. Neste contexto, a Podium solicitou, por diversas vezes e de forma construtiva, a revisão equitativa do contrato com vista à salvaguarda de condições justas e razoáveis para ambas as partes.

4. Não obstante a incapacidade demonstrada pela FPC em prevenir e mitigar os gravíssimos problemas do doping, evidenciado, entre outros, pelos casos recentemente divulgados envolvendo Délio Fernández, Venceslau Fernandes e António Carvalho, bem como pelas graves alegações tornadas públicas por José Azevedo no final da última edição da Volta, a Federação tem-se mantido indisponível para um diálogo construtivo, continuando a ignorar essa revisão equilibrada.

5. Neste contexto a Podium tem vindo a assumir, de forma consistente e em benefício direto da Federação e do Ciclismo, responsabilidades e encargos substancialmente superiores aos fixados no contrato que implicaram um esforço financeiro e operacional adicional com impacto significativo na expectativa económica que enquadrava o equilíbrio contratual inicial.

6. Não existe qualquer divergência relevante quanto aos procedimentos de acerto e de execução contratual atualmente em vigor, que permanecem alinhados com as práticas observadas em exercícios anteriores sendo apenas necessária a revisão equilibrada que permita restabelecer a proporcionalidade entre obrigações e contrapartidas.

7. Neste enquadramento, a Podium solicitou por diversas vezes ao Presidente e à Direção da FPC a realização de uma reunião destinada à verificação, conciliação e determinação transparente dos saldos e responsabilidades financeiras entre as partes. Não obstante a natureza absolutamente necessária e imprescindível desse encontro para o apuramento definitivo do saldo contratual, a FPC recusou sistematicamente a sua realização.

8. Apesar de todas estas diligências, vem agora a Federação imputar à Podium uma alegada dívida que esta não reconhece, por carecer de base factual adequada, e de validação conjunta, conforme reiteradamente solicitado.

9. A Podium não reconhece qualquer fundamento jurídico ou contratual que legitime a pretensão da FPC de resolução do contrato de organização e exploração comercial da Volta a Portugal em Bicicleta. A Podium reafirma a plena vigência e exigibilidade do referido contrato e, nesse sentido, reserva-se o direito de recorrer a todos os meios ao seu dispor para assegurar a defesa integral dos seus direitos e legítimos interesses.

10. Simultaneamente, e de acordo com as expectativas da Direcção da Federação Portuguesa de Ciclismo, a Podium mostrou-se sempre disponível para encontrar o formato que preencha a nova versão do “novo ciclismo” agora apelidado “novo modelo de organização”, sem terem promovido, ao contrário do que afirmam, qualquer iniciativa amigável para a resolução das questões emergentes.

11. Lamentamos profundamente a tomada de posição em face do assinalável trabalho da Podium que ainda assim foi refreado ao longo dos anos pela Federação Portuguesa de Ciclismo em pertinentes questões de valorização desportiva.

12. Reafirmamos o nosso compromisso com o ciclismo português, continuaremos a trabalhar com esta incrível modalidade, com a mesma dedicação e integridade de sempre, em colaboração com todos aqueles que partilham este propósito e que, tal como nós, estejam por bem.
 

Bruso

Well-Known Member
SOIGNEUR
Basicamente a Federação queria que a Podium continuasse a fazer mais e melhor sem revisão contratual ou encargos extra.

Isto à boa maneira Portuguesa vai bater aos tribunais e para o ano não temos VaP.
 
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