Vuelta 2021

Jazz

Well-Known Member
Sim, mas a Once é que desistiu do ciclismo. Depois a equipa deve ter arranjado outro patrocinador. Não foram substituídos.

Lembro-me bem da última época em que a Once patrocinou uma equipa, desistiram porque acharam que, como Instituição de Solidariedade Social, não deviam estar mais associados a um desporto que, na altura, estava a passar um péssimo momento por causa dos casos sucessivos de doping.
 
definitivamente o Tuga anda traumatizado com o comportamento dos condutores.
nao digo que aqui seja o paraiso mas a ultima coisa que eu penso quando vou andar é que vou levar uns apertoes
Eu tento-me abstrair na maior parte das voltas, mas quando começo a ouvir qualquer a aproximar-se a grande velocidade não consigo abstrair-me disso e por vezes olhar para trás até.

Quando fiz o comentário era mais no sentido comparativo. Pedalar do lado de cá ou do lado de lá da fronteira é uma enorme diferença. E não é só sensação, basta olhar para os números da sinistralidade rodoviária que existe uma diferença abissal.

De qualquer forma espero que o rapaz faça um excelente passeio e se divirta por terras lusas!
 

Velhadas

Well-Known Member
Olha eu fui andar por Espanha (Catalunha) e posso atestar que os condutores são muito mais seguros e pacíficos que os broncos de cá. Era como pedalar no paraíso...
Eu na Irlanda acho que levei uns 4 apertoes em 8 anos.
E uma boa parte deles os condutores eram estrangeiros.
O que eu noto principalmente é uma paciencia que os condutores portugueses nao tem.
Vcs conseguem imaginar um tuga 5 km atras de um carro a 50 km/h sem fazer uma tentativa disparatada de o passar?
 

Jazz

Well-Known Member
Eu sinceramente às vezes acho que é inveja, raiva mesmo, de ver os outros felizes a fazer exercício.

As situações nas rotundas são frequentes, é preciso entrar nelas muito atento.

De resto, já levei algumas tangentes, o normal.

Depois, tive 2 situações más. Uma a descer a Avenida da Boavista. Ia rápido, na faixa da direita, a 50km/h ou mais. Mas um parvalhão dum queque num jipe gigante da BMW achou que eu não podia estar ali. Começou a apitar, a apitar e depois ultrapassou a dar rasante. Teve azar, porque 200 metros à frente o sinal ficou vermelho. Eu ia podre. Parei ao lado dele, e berrei-lhe algumas coisas e fiz uns gestos. Ok, ok, não foi o meu melhor momento. Ele ia com a namorada, ou mulher. Convidei-o entusiasticamente a sair do carro, mas ele teve medo e não saiu.

Isto é um erro tremendo, mas eu não aprendo. Já me meti em duas encrencas a sério por não saber ter calma. Numa delas levei na tromba.


A pior situação que tive foi na recta de Perafita, em frente à praia. Ali vai-se a rolar bem, então se estiver nortada ainda melhor. Ia a rolar a 35km/h mais ou menos. Na ciclovia em cima do passeio não dava para ir, era só gente a passear. O pessoal daqui gosta de passear em cima da ciclovia. Então ia na estrada, mas ia um autocarro atrás de mim que não me conseguia passar. Quando conseguiu espremeu-me o mais que pode. A minha roda ia quase a roçar o passeio eu só rezava para o pedal não bater no lancil, senão ficava ali, debaixo do autocarro.

O gajo fez de propósito. Quando passou, tentei ir atrás dele, mas ele topou, porque passou o sinal vermelho que há naquela recta. Felizmente não ia ninguém a atravessar a passadeira. Depois ele acelarou e nunca mais o vi.
 

Velhadas

Well-Known Member
Eu sinceramente às vezes acho que é inveja, raiva mesmo, de ver os outros felizes a fazer exercício.

As situações nas rotundas são frequentes, é preciso entrar nelas muito atento.

De resto, já levei algumas tangentes, o normal.

Depois, tive 2 situações más. Uma a descer a Avenida da Boavista. Ia rápido, na faixa da direita, a 50km/h ou mais. Mas um parvalhão dum queque num jipe gigante da BMW achou que eu não podia estar ali. Começou a apitar, a apitar e depois ultrapassou a dar rasante. Teve azar, porque 200 metros à frente o sinal ficou vermelho. Eu ia podre. Parei ao lado dele, e berrei-lhe algumas coisas e fiz uns gestos. Ok, ok, não foi o meu melhor momento. Ele ia com a namorada, ou mulher. Convidei-o entusiasticamente a sair do carro, mas ele teve medo e não saiu.

Isto é um erro tremendo, mas eu não aprendo. Já me meti em duas encrencas a sério por não saber ter calma. Numa delas levei na tromba.


A pior situação que tive foi na recta de Perafita, em frente à praia. Ali vai-se a rolar bem, então se estiver nortada ainda melhor. Ia a rolar a 35km/h mais ou menos. Na ciclovia em cima do passeio não dava para ir, era só gente a passear. O pessoal daqui gosta de passear em cima da ciclovia. Então ia na estrada, mas ia um autocarro atrás de mim que não me conseguia passar. Quando conseguiu espremeu-me o mais que pode. A minha roda ia quase a roçar o passeio eu só rezava para o pedal não bater no lancil, senão ficava ali, debaixo do autocarro.

O gajo fez de propósito. Quando passou, tentei ir atrás dele, mas ele topou, porque passou o sinal vermelho que há naquela recta. Felizmente não ia ninguém a atravessar a passadeira. Depois ele acelarou e nunca mais o vi.
Nao vale a pena. Se forpreciso fazem de novo outra vez. Relaxa sorri que o envergonhas mais assim
 
Isto é um erro tremendo, mas eu não aprendo. Já me meti em duas encrencas a sério por não saber ter calma. Numa delas levei na tromba.
Partir para a resposta física cansado, sem forças e em cima de cleats é um erro tremendo. Estamos sempre em desvantagem...
Mal por mal, vinga-te no carro e no fim dizes que são danos causados por tentativa de atropelamento :p:p:p
 
Eu sinceramente às vezes acho que é inveja, raiva mesmo, de ver os outros felizes a fazer exercício.

As situações nas rotundas são frequentes, é preciso entrar nelas muito atento.

De resto, já levei algumas tangentes, o normal.

Depois, tive 2 situações más. Uma a descer a Avenida da Boavista. Ia rápido, na faixa da direita, a 50km/h ou mais. Mas um parvalhão dum queque num jipe gigante da BMW achou que eu não podia estar ali. Começou a apitar, a apitar e depois ultrapassou a dar rasante. Teve azar, porque 200 metros à frente o sinal ficou vermelho. Eu ia podre. Parei ao lado dele, e berrei-lhe algumas coisas e fiz uns gestos. Ok, ok, não foi o meu melhor momento. Ele ia com a namorada, ou mulher. Convidei-o entusiasticamente a sair do carro, mas ele teve medo e não saiu.

Isto é um erro tremendo, mas eu não aprendo. Já me meti em duas encrencas a sério por não saber ter calma. Numa delas levei na tromba.


A pior situação que tive foi na recta de Perafita, em frente à praia. Ali vai-se a rolar bem, então se estiver nortada ainda melhor. Ia a rolar a 35km/h mais ou menos. Na ciclovia em cima do passeio não dava para ir, era só gente a passear. O pessoal daqui gosta de passear em cima da ciclovia. Então ia na estrada, mas ia um autocarro atrás de mim que não me conseguia passar. Quando conseguiu espremeu-me o mais que pode. A minha roda ia quase a roçar o passeio eu só rezava para o pedal não bater no lancil, senão ficava ali, debaixo do autocarro.

O gajo fez de propósito. Quando passou, tentei ir atrás dele, mas ele topou, porque passou o sinal vermelho que há naquela recta. Felizmente não ia ninguém a atravessar a passadeira. Depois ele acelarou e nunca mais o vi.
Como te entendo, eu também fervo em pouca água... mas temos de ter sempre em atenção que somo sempre o elo mais fraco. Nós é que vamos para o hospital, e o outro, no máximo vai levar o carro ao bate chapa para tirar os riscos da pintura...

Eu já fui também apertado por um condutor de um autocarro. Mas mantive a calma, e depois do perigo memorizei a matricula. Depois fui à sede da empresa e consegui falar com o motorista. A coisa ficou tão negra para o lado dele, que o rapaz já chorava com medo de perder o emprego. Controlar a fúria e ser assertivo é fundamental, de que vale a raiva toda se a levas contigo para o hospital?
Através da matricula consegues sempre saber quem é o condutor, no limite, podes ir à policia apresentar queixa por tentativa de homicídio...