Vintage - aço/steel/acier/acciaio/acero

Muito obrigado desde já.

Ora bem o valor que me pedem é 50€, mas há lá mais "reliquias" para ver segundo o homem, não custa nada ver a coleção.

Mas desde já obrigado pelo site, pode ser de grande valor.
Bem, por 50€ não me parece nada mal. Mesmo que acabes por não fazer nada com isso, ganhas mais do que esse valor a vendê-la às peças :) Mas nada como um olhar atento para veres se não há (demasiados) empenos, eventuais amolgadelas, componentes completamente ko e para analisares o estado geral da coisa.

Mas agora fiquei curioso, quem é esse "dealer" e onde está essa coleção..? :)
 
Bem, por 50€ não me parece nada mal. Mesmo que acabes por não fazer nada com isso, ganhas mais do que esse valor a vendê-la às peças :) Mas nada como um olhar atento para veres se não há (demasiados) empenos, eventuais amolgadelas, componentes completamente ko e para analisares o estado geral da coisa.

Mas agora fiquei curioso, quem é esse "dealer" e onde está essa coleção..? :)
Vou ver primeiro a coleção, depois apito, não como tudo sozinho ;) acho eu.

Estive a ver melhor, e a bicicleta até pode ser mais antiga ou não, o facto de não ter desviador frontal, nem guarda corrente intriga-me um pouco.

Parece toda de origem...excepto o guarda corrente ou o desviador k foi retirado mas ia para o guarda corrente...e isso remete para uma avaliação mais cuidada...

Mas por isso é que vim aqui esperar ajuda de quem sabe realmente.
 
Vou ver primeiro a coleção, depois apito, não como tudo sozinho ;) acho eu.

Estive a ver melhor, e a bicicleta até pode ser mais antiga ou não, o facto de não ter desviador frontal, nem guarda corrente intriga-me um pouco.

Parece toda de origem...excepto o guarda corrente ou o desviador k foi retirado mas ia para o guarda corrente...e isso remete para uma avaliação mais cuidada...

Mas por isso é que vim aqui esperar ajuda de quem sabe realmente.
Mesmo por baixo do bottom bracket cravada no quadro deve ter uma chapinha. 6 algarismos correspondem à década de 60 e 7 à de 70. O primeiro algarismo corresponde ao ano, normalmente.
A minha tem 7 algarismos e o primeiro é um 1. Logo será de 71.
Isto pelo que fui encontrando pela net.
 
Boas,

Já tive várias biclas antigas, de estrada, cidade ou randonneur. Foram estas binas que me fizeram entrar para o mundo das biclas. Embora tenha sido sempre adepto ferveroso do ciclismo de estrada, não sei porque razão mas só depois dos trinta anos me surgiu uma bicicleta de estrada, mesmo assim só a tive porque a mesma me foi oferecida para não ir para o lixo.



Tenho imensa pena de ter vendido esta bike...quando a pessoa a quem a vendi me disse que a ideia era pintar o quadro e deitar fora as peças estive quase para cancelar o negócio...hoje sei que o devia ter feito, na altura dei-me ao trabalho de encontrar o catálogo de peugeot e por a bina quase como original e com muita coisa NOS. Esta bina ainda deu para aí umas coças...principalmente a mim.

A outra que tive pena de vender foi esta:



Battaglin a full Campagnolo Record

Atualmente tenho uma bicla em aço. Uma Gios, mas basicamente ele leva com as peças que forem ficando de outras bikes, e se não tiver peça para substituir meto uma peça moderna. Está tipo Frankenbike, manetes campagnolo, cassete shimano, rodas bontrager, selim syncros...é o que aparecer. Tenho-a utilizado como segunda bicicleta.

 
Boas,

Já tive várias biclas antigas, de estrada, cidade ou randonneur. Foram estas binas que me fizeram entrar para o mundo das biclas. Embora tenha sido sempre adepto ferveroso do ciclismo de estrada, não sei porque razão mas só depois dos trinta anos me surgiu uma bicicleta de estrada, mesmo assim só a tive porque a mesma me foi oferecida para não ir para o lixo.



Tenho imensa pena de ter vendido esta bike...quando a pessoa a quem a vendi me disse que a ideia era pintar o quadro e deitar fora as peças estive quase para cancelar o negócio...hoje sei que o devia ter feito, na altura dei-me ao trabalho de encontrar o catálogo de peugeot e por a bina quase como original e com muita coisa NOS. Esta bina ainda deu para aí umas coças...principalmente a mim.

A outra que tive pena de vender foi esta:
]
Mora cá em casa um quadro igual a esse com algum material original, mas cuja pintura não está grande coisa. Por isso mesmo, a ideia até é pintá-la mas ainda não me decidi...

Abraço
 
Eh pa, cada vez que vejo uma Gios azulinha recordo-me da parvoíce que cometi quando, há uns anos valentes, resolvi voltar a comprar uma bicicleta de estrada completamente à nora sobre quase tudo e, depois de muito procurar, fiquei indeciso entre duas bicicletas: uma Gios muito semelhante à do Zeni7 e uma Trek 1000 completamente banal. Adivinhem para onde recaiu a escolha....pois...perfeito disparate! :mad: Essas Gios são dos tais modelos intemporais. Adoro!

Mas essa Battaglin....como tiveste coragem de a vender? Lindíssima e muito pouco comum.
 
Bem, por 50€ não me parece nada mal. Mesmo que acabes por não fazer nada com isso, ganhas mais do que esse valor a vendê-la às peças :) Mas nada como um olhar atento para veres se não há (demasiados) empenos, eventuais amolgadelas, componentes completamente ko e para analisares o estado geral da coisa.

Mas agora fiquei curioso, quem é esse "dealer" e onde está essa coleção..? :)
Foi ver a bicla, e não me agradou o estado geral, muito trabalho para mim.

No entanto disponho o contacto do senhor por Mp se quiseres / quiserem.
 
Foi ver a bicla, e não me agradou o estado geral, muito trabalho para mim.

No entanto disponho o contacto do senhor por Mp se quiseres / quiserem.
Pois, eu já tenho a minha quota parte de monos que tornam a relação custo/benefício inviável. Essa bicicleta não estava com muito bom aspecto, pese embora o preço. O problema nem é os 50€, o problema é o que tens de gastar em tempo e dinheiro para a deixar em condições.

Mas já agora, de onde é esse tal senhor?
 
Pois, eu já tenho a minha quota parte de monos que tornam a relação custo/benefício inviável. Essa bicicleta não estava com muito bom aspecto, pese embora o preço. O problema nem é os 50€, o problema é o que tens de gastar em tempo e dinheiro para a deixar em condições.

Mas já agora, de onde é esse tal senhor?
É de Oliveira de Azeméis.

O problema é realmente o tempo... para andar de volta da bicicleta.
 
Pois, eu já tenho a minha quota parte de monos que tornam a relação custo/benefício inviável. Essa bicicleta não estava com muito bom aspecto, pese embora o preço. O problema nem é os 50€, o problema é o que tens de gastar em tempo e dinheiro para a deixar em condições.

Mas já agora, de onde é esse tal senhor?
50 euros não está nada mal!!! Eu já vi canteiros para as flores e couves bem mais caros!! Lol ;)

Olha se eu arranja-se assim um canteirozinho todo jeitoso assim em aço por 50 paus não sei não!!!

Olha aqui



Ahhhh pois é!!!

Por acaso ando com ideias em fazer um aqui!! Um ou 2!! Estilo Herb Garden!!! Para os meus cozinhados!! :) Que eu pra mim Cuzinho às vezes e gosto!!

Assim quando estiver a comer o meu cozinhado, talvez me sinta a comer algo de diferente!! Algo de especial!!! E depois me sinta!! Como o Aço!!! ;)

Não estou a brincar!! Um dia ainda hei-de fazer e vou postar aqui!! ;)

Também conta!! Ou não? ;)

Grande abraço....
 
50 euros não está nada mal!!! Eu já vi canteiros para as flores e couves bem mais caros!! Lol ;)

Olha se eu arranja-se assim um canteirozinho todo jeitoso assim em aço por 50 paus não sei não!!!

Olha aqui



Ahhhh pois é!!!

Por acaso ando com ideias em fazer um aqui!! Um ou 2!! Estilo Herb Garden!!! Para os meus cozinhados!! :) Que eu pra mim Cuzinho às vezes e gosto!!

Assim quando estiver a comer o meu cozinhado, talvez me sinta a comer algo de diferente!! Algo de especial!!! E depois me sinta!! Como o Aço!!! ;)

Não estou a brincar!! Um dia ainda hei-de fazer e vou postar aqui!! ;)

Também conta!! Ou não? ;)

Grande abraço....
Olha, toma lá que já me adiantei a ti em relação a isto! Ainda há poucos meses, num projecto da escola do meu filhote, saiu daqui uma coisa parecida com essa que mostraste aí em cima. Até teve honras de sair no jornal e tudo...:p A bicicleta usada para o efeito, coitada, desfazia-se literalmente só com o toque do spray (e acção corrosiva de tintas manhosas) no quadro, tal % de ferrugem por grama de aço que tinha em cima!
 
O aço é uma paixão!

A Masil arranjei-a nos classificados. Foi uma bacatela!! Se eu disser quanto dei por ela cortavas os pulsos! ;) Arranjei-a vai fazer agora 5 anos.

A Altis foi uma brincadeira! É a minha citadina durante o Verão e bicicleta de turbo trainer no Inverno. É a bike de guerra!
Está equipada a Shimano 600, portanto 8 velocidades. Neste momento encontra-se com pedaleira Miche compacta e Drop bar.
O quadro foi eu mesmo que tratei dele. Portanto, o quadro não tem nada!! Só verniz nos lugs (adoro lugs!!) para não enferrujar nessas zonas críticas. A ideia é que começasse a ganhar o aspecto ferrugem/patina nos tubos. Essa foto foi no inicio. Neste momento, 4 anos depois acho que está a precisar de novo tratamento. Muito em breve vou voltar a lixar tudo e passar Frame Saver. Talvez ganhe uma cor nova desta vez! ;) Estou a pensar num rosa fluorescente! ;)


Tropecei neste artigo e lembrei-me que se falou sobre o assunto por aqui há uns dias:

http://www.cycleexif.com/colnago-master-copperhead-road
 

GMQ

Well-Known Member
tenho seguido este tópico e outros em que a malta a reabilitação de bikes antigas e há uma questão que me leva a pensar nestas renovações, nomeadamente se devemos colocar perificos actuais e manter apenas o quadro ou se a renovação deve ser de modo a reabilitar os mesmos.
 
tenho seguido este tópico e outros em que a malta a reabilitação de bikes antigas e há uma questão que me leva a pensar nestas renovações, nomeadamente se devemos colocar perificos actuais e manter apenas o quadro ou se a renovação deve ser de modo a reabilitar os mesmos.
Na minha opinião, isso depende sempre do objectivo e do gosto de cada um.
Pessoalmente também não me consigo decidir porque gosto de ambos os estilos.
 
tenho seguido este tópico e outros em que a malta a reabilitação de bikes antigas e há uma questão que me leva a pensar nestas renovações, nomeadamente se devemos colocar perificos actuais e manter apenas o quadro ou se a renovação deve ser de modo a reabilitar os mesmos.
Não há uma regra a seguir nesse aspecto...de todo! Acho que grande parte do interesse está mesmo nessa liberdade e criatividade em fazer o que acharmos melhor. E, nesse sentido, tanto encontras pessoal altamente conservador (no bom sentido) e que aposta em manter as coisas dentro do seu formato original e tudo period correct, como encontras pessoal que gosta de reinventar, misturar conceitos e chegar a resultados mais híbridos. Lá está, tudo depende dos gostos, da matéria prima e da carteira de cada um.

E quando refiro matéria prima, refiro-me mais concrectamente ao quadro, que, no fundo, é a base de tudo. Gosto de olhar para os quadros como uma tela em branco que vais compondo da forma que bem entenderes. É isso que aprecio no mundo das bicicletas custom, a originalidade que as faz fugir dos padrões que são impostos no catálogo. E para isso nem é preciso olharmos apenas para quadros de pequenos construtores independentes que custam pequenas fortunas...com bom gosto, criatividade e, uma vez mais, algum dinheiro, podes dar esse toque "especial" a qualquer bicicleta.

Bem, mas voltando às bicicletas antigas (que é disso que aqui se fala), pessoalmente atrai-me mais a tal mistura entre o clássico e o moderno. Não me choca nada ver um quadro de aço clássico com umas rodas em carbono de perfil alto, por exemplo. Aliás, até gosto bastante! Claro que quando pegas num quadro antigo tens toda uma série de limitações ao nível de roscas, espaçamentos e pequenos pormenores que podem complicar ou mesmo impossibilitar a adaptação de material mais moderno...mas o fascínio da coisa está aí e há malta a fazer bons trabalhos nessas adaptações.

No entanto, também gosto muito de ver uma bicicleta da década de 70 ou de 80 toda recuperada e fiel à sua origem. E, para quem gosta mais desta vertente, o facto de colocares um componente ou uma pintura (há mesmo quem seja totalmente contra qualquer tipo de pintura que não a original) que não vá de encontro ao original é considerado um péssimo trabalho e o desvirtuar de um conceito. Experimenta participar numa exposição/concentração de bicicletas antigas e verás do que falo :) . E, já agora, desengane-se quem acha que entrar por esta via (do fiel ao original) sai mais barato do que a mistura antigo/moderno. O material vintage, original, em bom estado e de qualidade é caro...muito caro. Mas lá está, também o há barato, usado, em pior estado e e paciência e o talento para recuperar esse material por vezes faz milagres.

Isto tudo para dizer que, basicamente, não há fronteiras nem regras nisto das bicicletas antigas. O que manda mesmo é o teu gosto pessoal e a possibilidade de o pôr em prática.
 

GMQ

Well-Known Member
Agradeço a tua explicação. Já percebi que é tudo uma questão de opiniões e gostos. Eu tenho pela casa dos meus pais quatro bikes de estrada antigas duas são sangalhos (uma com pintura original e a outra já pintada) as outras duas uma foi pintada e não sei que marca era tenho que pesquisar (apesar de supor que será dificil chegar auma conclusão pois pelo que entendo há uns anos atrás havia muitos pequenos contrutores) a outra está com a pintura original mas não me lembro a marca.

Pessoalmente gosto ver as duas coisas uma renovação total com materiais antigos, mas a bike é para expor não para andar. Depois se for para andar já partilho da tua opinião quadro old school e o resto tecnologia recente, ao estilo das renovações que fazem com os carros nos states que é basicamente a carroçaria que se mante e o resto é tudo novo.