Troia-Sagres 2019 - 14/12/2019

#7
Eheheh, bem, o andar por andar, ando pelo país todo quando tenho tempo e posso
O ser diferente, sim é, mas todos as outras voltinha que vou fazendo o são, tirando as voltinha a noite depois do trabalho
Tenho um amigo que já foi, já veio, já foi e veio, isto na mesma data desse evento e nunca me conseguio convencer, até vamos falando do assunto exporadicamente
Depois começo a ler que é só gajos de faca nos dentes e até tenho medo de levar alguma facada pelo caminho que me lixo
Estou a ver que também não é este ano


NNa outra ponta do fio, já ando com ideias parvas outra vez, Madrid e Lisboa por estrada, e parece que finalmente para o próximo ano faço a mais esperada N2
 

cconst

Well-Known Member
#8
@GuilhermeOliveira fiz uma vez a par com um amigo. Fora da confusão do dia. Foi giro, em especial porque começámos em Sarilhos Grandes e terminámos apenas no Cabo de S. Vicente, já noite cerrada. A meio ainda fomos almoçar com as respectivas a Vila Nova de Milfontes :cool:.

Apanhámos frio, calor. Frio novamente. E chuva miudinha entre Aljezur e Vila do Bispo. E frio. Foi uma experiência interessante. Cheios de pica no início, com muita conversa para colocar em dia, conversa essa que acabou para os lados de Odeiceixe, altura em que falávamos apenas para dizer mal da vida (por ir ali ao frio e chuva a pedalar....).

Mas a chegar a Sagres ouço: "estamos em Sagres... Vamos até ao Cabo?" E sem que existisse resposta, começámos simultaneamente a pedalar no mesmo silêncio que nos acompanhava já há largas horas.

Foi a primeira vez que fiz uma tirada tão grande. E quando ouço relatos do pessoal que faz em pelotão sempre de faca nos dentes como se de um contra-relógio se tratasse, e algumas vezes sem demonstrar o respeito pelo próprio (imagine-se para os outros)... também fico sem vontade de saber o que é. Mas por outro lado...
 

Carolina

Well-Known Member
#9
Pessoal que vai como se fosse uma prova há sempre, mas também tens muitos grupos mais pequenos e ciclistas a solo sempre espalhados pelo percurso.

Fazer à morte não tem grande interesse, na minha opinião. Para ir nas calmas e ir falando com o pessoal vale a pena.
 
#10
Em relação aos de faca nos dentes, não é o problema de irem rápido, é de não respeitarem ninguém e alguns nem sabem andar em grupo e até me atrevo a dizer, não sabem andar de bicicleta, sabem pedalar e ficam-se por ai
Ainda a pouco tempo apanhei um grupo conhecido, comecei a passar os ciclistas que iam nesse grupo, saí de lá um e vai de chupar a roda toda, nem o cubo sobrou, vai nisto quando já estou na frente os que iam em grupo mudaram de direcção, o chupa rodas não foi de meiguices, vai de travar a minha frente e tentar voltar para trás, claro que eu mandei-o ir a procura de ortigas e meter cá num sitio que eu sei
Resposta de ciclista, fosses com atenção

Estes são uns dos que me levam a não querer andar nessas andanças, os outros são aqueles que têm bichos carpinteiros mais os gajos que não sabem muito bem para onde vam


Não quero dizer com isto que sou o supra sumo ou não erre, mas se erro será por distração ou algo que saia do meu controlo ou sem dar por ela
 

Rapido

Active Member
#11
@GuilhermeOliveira , eu fui nos últimos dois anos.

Confesso que senti dois ambientes completamente diferentes. Em 2017 muito mais gente, arrisco a dizer que bem mais de 2000 bicicletas na estrada. Muita gente de faca nos dentes....dentro destes alguns com muito cuidado e simpatia, outros, nem por isso. Mas isso faz parte do dia a dia em quase qualquer atividade que façamos. Muitos carros de apoio, muita confusão fruto disso. Só depois de Odeceixe é que a coisa acalmou, pelo menos para mim.

Já no ano passado, talvez por haver menos gente (muito menos, se calhar menos de metade de 2017) foi tudo tão tranquilo, muita conversa, apanhei o pelotão do estica (que personagem enorme!) depois de Milfontes e depois só fiquei sozinho já na Carrapateira. Tive um furo nessa zona e uma carrinha,que ia a acompanhar outra malta que ja estariam em Sagres, sem me conhecer de lado nenhum, parou e ajudou-me, tive menos de 5 minutos parado.

Acho que se formos muito na nossa, apanhamos sempre gente impecável e com quem vale a pena fazer o percurso.
 

pratoni

Well-Known Member
#13
Em relação aos de faca nos dentes, não é o problema de irem rápido, é de não respeitarem ninguém e alguns nem sabem andar em grupo e até me atrevo a dizer, não sabem andar de bicicleta, sabem pedalar e ficam-se por ai
Ainda a pouco tempo apanhei um grupo conhecido, comecei a passar os ciclistas que iam nesse grupo, saí de lá um e vai de chupar a roda toda, nem o cubo sobrou, vai nisto quando já estou na frente os que iam em grupo mudaram de direcção, o chupa rodas não foi de meiguices, vai de travar a minha frente e tentar voltar para trás, claro que eu mandei-o ir a procura de ortigas e meter cá num sitio que eu sei
Resposta de ciclista, fosses com atenção


Estes são uns dos que me levam a não querer andar nessas andanças, os outros são aqueles que têm bichos carpinteiros mais os gajos que não sabem muito bem para onde vam

Não quero dizer com isto que sou o supra sumo ou não erre, mas se erro será por distração ou algo que saia do meu controlo ou sem dar por ela
Há tanta gente e o caminho é tão grande que só anda em grupo quem quer...
 

malho

Active Member
#14
Em princípio faço esse percurso este ano, mas vai ser numa data diferente fora da confusão. O objetivo é juntar as pessoas da terrinha e irmos todos na coboiada. Uns sabemos que não aguentam tudo (nem sei se eu também aguento), mas quem for assim depois vai rodando com o condutor do carro se apoio
 
#17
Eu tenciono ir mais uma vez, das muitas que já fiz.

Mas este ano não vou mexer uma palha para ir.

Nos últimos anos, eu é que arranjo transporte eu é que vou convidado a malta, dentro das mesmas capacidades, para virmos bem sem grandes problemas.

ESTE ANO EU VOU FICAR HÁ ESPERA PARA VER QUEM SE PREOCUPA EM ARRANJAR A LOGISTICA.

MAS IREI.
 
#19
Faço o Troia&Sagres há vários anos, pois todos os anos a história é sempre a mesma.

Vou começar pelo princípio.

É um dia que nunca mais se esquece, pelos preparativos ( a logística ) pela malta que sai muito sedo pois tencionam fazer viárias paragem, pela sensação de ao longo do trajeto ir no GRUPO mesmo que seja por breves segundos com o PRÓ X O Y, fazer a sua paragem e estar no mesmo café onde entra mais uma vez a TAL FÉRA DO BTT ou TRIATLO, depois os muito conhecidos que nos reconhecem pelo caminho.

Com o entusiasmo daquela massa humana a pedalar rumo a SUL muita malta menos preparada a partir de San Teotónio, começam a baixar ritmo >>> e ai quem vêm num outro registo tem que ter cuidado.

Mas se um ciclistas menos preparado para esta distancia ter um mino de esperteza, logo bem cedo < Sines ou antes > ARRANJA um grupo vem por ai a baixo na boa ( UM GRUPO QUE SE ADEQUO AO SEU ANDAMENTO )

Chegando a Odeceixe é cada um fazer a subida ao seu ritmo,>>> MAIS UMA VEZ HÁ QUE SER ESPERTO <<< fazer uma paragem no Rogil ( MUSEU DA BATATA DOCE ) e ai ficar de olho num grupito para fazer o resto da Travessia,

Chegando a VILA DO BISPO ,(( A malta vêm já com um pelo do empeno mas o pensamento de toda a gente é )) já está feito SAGRES E JÁ AI A FRENTE.

Ser esperto ok, o vento está frente sempre bem amanhado no meio do grupo, o vento está da esquerda vamos há direita, o vento está da direita nos vamos há esquerda, a malta está a rodar, para todos passarem pela frente, quando estar quase a nossa deixamos de pedalar tiramos o bidon bebemos agua e baixamos 5 ou 6 lugares e lá vamos nos sentados de cadeirinha, é fácil.

TEMOS QUE TER MAIS ATENÇAO.

Com os ciclistas solitários, com os pequeno grupos de malta de BTT au passarmos pois eles vau mais lento,

Ao passarmos por outros grupos mais lento não podemos facilitar se queremos ir naquele grupo.

É um dia maravilhoso de ciclismo.

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2 paragem é mais que suficiente, é so dividir os kms.

SINES E ROGIL