Novidades desta modalidade, as bikes (fotos)..

pratoni

Well-Known Member
Esse é mesmo o buzílis, toda a gente sabe a qualquer momento onde vão todos, e isso é uma grande vantagem, se apenas existisse comunicação via Director Desportivo e Lider da equipa, as corridas iam ser bem diferentes tacticamente (para melhor ou pior, embora acredite que fosse para melhor). Por exemplo a táctica classica nas etapas de montanha de meter gente na fuga, para depois ajudar, ou faze-los descair na corrida se o lider passar mal, ia ser bem diferente se o DD ou o líder não pudessem comunicar com a equipa/fugas via rádio. Já os "powermeters", já sabemos da missa toda, desde que começou-se a ter medições biológicas em tempo real em corrida (seja ritmo cardiaco, seja watts), as equipas passaram a saber cientificamente como podem atacar uma etapa, que ritmos meter face ao perfil da etapa Vs recursos disponíveis (e o seu estado de forma no momento). Quando corremos apenas com base em sensações, é bem diferente.

Acho que os Powermeters em treino, sobretudo em alta competição, são uma ferramenta essencial e que faz todo o sentido, em competição, tiram emoção à corrida.

Mas voltando ao tópico original, segue a Canyon de encomenda para o Dumoulin :D

...Giant...
 
@ ERIC CANTONA

E logo subidas com ela para ver o que aqui é a subir só com o prato >> 50 / 40-11 <<

https://www.strava.com/activities/2026574426
Sem grandes cálculos, parece monstruoso esse andamento face a essa subida.

Mas, depois, mais friamente essa cassete tem andamentos mais leves que uma vulgaríssima de 28 dentes...
Comparativamente:

  • Para subir: 50 vs 40 = 1,25 > 36 vs 28 = 1,29 (pedalada, ligeiramente, mais pesada)
  • Para rolar: 50 vs 11 = 4,55 > 52 vs 11 = 4,73 (pedalada, ligeiramente, mais pesada, embora não veja aqui grande problema)
Sinceramente, e para mim, aprecio muito mais esta "evolução" de apenas um prato (que já utilizo há muitos anos no MTB), do que propriamente a imposição a toda a força dos travões de disco...
 

ruilebs

Well-Known Member
como funciona o usar só um prato com o facto da corrente ter que "varrer" a cassete toda, não há problemas de nos extremos a corrente ir muito desviada?
de resto também parece bem interessante a ideia
 
como funciona o usar só um prato com o facto da corrente ter que "varrer" a cassete toda, não há problemas de nos extremos a corrente ir muito desviada?
de resto também parece bem interessante a ideia
Talvez o facto de haver apenas um prato, faz com que esse prato fique mais alinhando com o centro da cassete e com isso o cruzamento da corrente não será tão grande, quando comparando com uma bike de 2 ou 3 pratos...
 
As correntes, e principalmente o(s) prato(s) à frente sofreram evoluções significavas que permitem melhor o engate dos dentes (prato) com os elos (correntes).

Por exemplo, comparativamente, os dentes destes pratos, os segundos são muito mais profundos, para além do desenho:


"SRAM X-SYNC™ wide-tooth, narrow-tooth chainring technology provides maximum chain control."
 

RTC

Moderador
Staff member
Sem grandes cálculos, parece monstruoso esse andamento face a essa subida.

Mas, depois, mais friamente essa cassete tem andamentos mais leves que uma vulgaríssima de 28 dentes...
Comparativamente:

  • Para subir: 50 vs 40 = 1,25 > 36 vs 28 = 1,29 (pedalada, ligeiramente, mais pesada)
  • Para rolar: 50 vs 11 = 4,55 > 52 vs 11 = 4,73(pedalada, ligeiramente, mais pesada, embora não veja aqui grande problema)
Sinceramente, e para mim, aprecio muito mais esta "evolução" de apenas um prato (que já utilizo há muitos anos no MTB), do que propriamente a imposição a toda a força dos travões de disco...
O calcanhar de Aquiles deste sistema é o salto nas relações da cassete que em estrada se nota muito.
Enquanto que numa cassete 11-28 os saltos são de apenas de 1 dente até meiovda cassete e dois dentes no máximo na outra metade, o pedalar é muito mais suave sem grandes alterações na cadência.
Numa cassete 11-40 por exemplo já são 2 dentes até meio e depois são 3, 4 e até 5 dentes! de diferença. Ora isto em estrada influencia muito a pedalada.
E eu já tive a experiência disso. Participei nima clássica há uns tempos com monoprato (42 com cassete 11-36) e em andamentos vivos em pelotão é um problema escolher por vezes a mudança.
Quando cheguei a uma subida longa que tem inclinações entre 3% e 7% ainda pior! Ou ia muito pesado ou muito leve o que, rodando em grupo, foi muito difícil de gerir...
 
...e em andamentos vivos em pelotão é um problema escolher por vezes a mudança...

... Ou ia muito pesado ou muito leve o que, rodando em grupo, foi muito difícil de gerir...
Não posso estar mais de acordo com tudo e, mais incisivamente, com as expressões supra!

Para quem passeia, até nem dá por isso, agora quem compete, quer agarrar rodas ou mesmo disparar (fazer diferenças), pode sair-lhe muito caro a moleza ou a dureza que estes saltos imprimem!