Novidades desta modalidade, as bikes (fotos)..

Passagens de cabos clean nunca foi o forte nas CERVÉLOS...
Havia cabos a sair por todo o lado e a bater nas trombas, literalmente!!!
Agora com esta CERVÉLO S5 AERO e, igualmente, com a ajuda do SRAM RED eTap (menos dois cabos), a coisa melhorou, e muito!


E gosto particularmente do avanço / guiador integrado, dá-lhe um ar muito "agressivo!
Houvesse este quadro sem travões de disco e, muito provavelmente, escrevia ao Pai Natal...


Exceptuando aquela fita excessiva de electricista...
 
Sinceramente acho que as marcas já estão o a levar o conceito de aerodinâmica muito a peito, esse guiador já nem parece de uma bike :D Se o objectivo são os "marginal gains" e com isso querem mais show nas provas, metam mais montanha, encurtem as distancias, cortem com medidores de potência (uhhhhh) e deixem o radio só disponivel pro chefe de fila. Goodbye blue SKY :D
 
Então e esteo_O
Só a blue SKY é que tem acesso / usa rádios e potenciómetros :rolleyes:

Tendo em conta que os seus comboios são, praticamente, sempre mais coesos e chegam ao fim, praticamente, todos, estas cenas são mais visíveis nas outras, porque a máquina está mais que oleada (e de longe melhor que as demais equipas...) talvez é a que tem menos a perder...

 
Sinceramente acho que as marcas já estão o a levar o conceito de aerodinâmica muito a peito,
Se a UCI não deixa tirar peso às bikes, eles procuram vantagem por outro lado, a aerodinâmica. E se a UCI deixasse muito mais aero seriam as bikes nas suas competições, como vemos em triátlos e não podemos ver numa volta à França, Itália,. etc

Se o objectivo são os "marginal gains" e com isso querem mais show nas provas,
Não é para o show, é mesmo "só" para ganhar ;-)


cortem com medidores de potência (uhhhhh) e deixem o radio só disponivel pro chefe de fila. Goodbye blue SKY :D
Se todas as equipas podem usar, as que usam melhor têm ser prejudicadas por causa das outras que ficam a ver navios ano após ano?
 

pratoni

Well-Known Member
Então e esteo_O
Só a blue SKY é que tem acesso / usa rádios e potenciómetros :rolleyes:

Tendo em conta que os seus comboios são, praticamente, sempre mais coesos e chegam ao fim, praticamente, todos, estas cenas são mais visíveis nas outras, porque a máquina está mais que oleada (e de longe melhor que as demais equipas...) talvez é a que tem menos a perder...

Esse guiador faz lembrar os biplanos da 1a guerra mundial. Só falta mesmo a metralhadora... :D
 
Sim, eu também aceito a inovação, e sou defensor disso em todas as áreas (vá, menos no sexo, nisso não me venham com high tech nem "modernices" :D), por isso longe de mim pensar em começarmos a andar todos novamente de balão em detrimento dos aviões, ou que os automóveis voltem a ter mija-mijas accionados por bomba "manual" ou passarem a vir de fábrica sem airbags.

Também não sou a favor que os equipamentos de ciclismo voltem ser como antes, pesadíssimos com o suor, largueirões ao vento, que as bicicletas voltem a ser de aço e a pesar 14kgs, ou que os ciclistas estejam por sua conta e risco a carregar pneus enlaçados em "8" pelas costas, mas o ciclismo continua a ser um desporto colectivo, onde no final ganha um, e que é feito de resistência física e mental. As bicicletas e a restante parafernália técnica não devem, a meu ver, intrometer-se nesta propósito, ou a meterem-se, não devem influenciar resultados.

Exemplo: Um líder (o tal que ganha, com base no esforço colectivo) a dar ordens à equipa em plena corrida, a quente, a decidir no momento, é completamente diferente de ser mais um no meio do pelotão, marioneta das ordens recebidas do director desportivo via rádio. Para mim, demasiada tecnologia no desporto é como o doping, pois é um subterfugio para conseguir resultados onde falta em pernas ou táctica.

Pessoalmente, acho estas ultimas bicicletas "aerodinâmicas" um trambolho, só lhes faltam meter uns neons para parecerem aquelas do Tron :D

Mas nada contra quem gosta e tenha força nas pernas para lhes rodar o pedal :)

Nota: não gosto, mas nada contra travões de disco nas bikes, só para o caso de alguém sentir-se ofendido :D

Abraço
 
Eu gosto de uma bicicleta manual e de corrida:

Quando ando de bicicleta de estrada não busco conforto busco uma experiência viva com sons metálicos e sentir a estrada.
Claro está que com qualidade (bons rolamentos, mudanças/travões bem afinadas, bom fit, bom comportamento da bicicleta).

Analogamente as bicicletas para mim são como um carro de track days (desportivo, sem interiores com suspensão dura e motor irascível) e uma bicicleta de passeio deverá ser um carro confortável e que não dê chatices.

Não gosto desta vaga de mudanças automáticas e suspensões etc. Mesmo as mudanças eléctricas. daqui a uns anos esses grupos não vão ser possíveis recuperar, porque será impossível encontrar as boards e baterias para eles: Acabou-se a bicicleta clássica...
 
Exemplo: Um líder (o tal que ganha, com base no esforço colectivo) a dar ordens à equipa em plena corrida, a quente, a decidir no momento, é completamente diferente de ser mais um no meio do pelotão, marioneta das ordens recebidas do director desportivo via rádio. Para mim, demasiada tecnologia no desporto é como o doping, pois é um subterfugio para conseguir resultados onde falta em pernas ou táctica.
Abraço
Só muda quem dá a tática, o ciclista ou o diretor desportivo. Continua a ter de haver pernas e boa tática. O único adicional que vejo, mas é igual para todas as equipas, é a informação a que os diretores desportivos têm acesso, sobre quem vai na frente, com que avanço, quem ficou muito ou pouco para trás, etc. Ganha peso o diretor desportivo, que não teria sem a comunicação rádio, em detrimento do chefe de equipa.
Outro!
 
Só muda quem dá a tática, o ciclista ou o diretor desportivo. Continua a ter de haver pernas e boa tática. O único adicional que vejo, mas é igual para todas as equipas, é a informação a que os diretores desportivos têm acesso, sobre quem vai na frente, com que avanço, quem ficou muito ou pouco para trás, etc. Ganha peso o diretor desportivo, que não teria sem a comunicação rádio, em detrimento do chefe de equipa.
Outro!

Esse é mesmo o buzílis, toda a gente sabe a qualquer momento onde vão todos, e isso é uma grande vantagem, se apenas existisse comunicação via Director Desportivo e Lider da equipa, as corridas iam ser bem diferentes tacticamente (para melhor ou pior, embora acredite que fosse para melhor). Por exemplo a táctica classica nas etapas de montanha de meter gente na fuga, para depois ajudar, ou faze-los descair na corrida se o lider passar mal, ia ser bem diferente se o DD ou o líder não pudessem comunicar com a equipa/fugas via rádio. Já os "powermeters", já sabemos da missa toda, desde que começou-se a ter medições biológicas em tempo real em corrida (seja ritmo cardiaco, seja watts), as equipas passaram a saber cientificamente como podem atacar uma etapa, que ritmos meter face ao perfil da etapa Vs recursos disponíveis (e o seu estado de forma no momento). Quando corremos apenas com base em sensações, é bem diferente.

Acho que os Powermeters em treino, sobretudo em alta competição, são uma ferramenta essencial e que faz todo o sentido, em competição, tiram emoção à corrida.

Mas voltando ao tópico original, segue a Canyon de encomenda para o Dumoulin :D